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sábado, 10 de março de 2012

Realidade ao de cima

    O País começa a ter consciência dos problemas que os responsáveis políticos foram arrastando, ou não quiseram solucionar, na PSP, nomeadamente ao nível do desinvestimento, de legislação criada que condiciona a carreira dos profissionais ou que não tem em conta a especificidade da missão e das necessidades de uma polícia que está no terreno 24 sobre 24 horas.

   Comparar o serviço de polícia a qualquer outro é comparar o incomparável, com resultados catastróficos para os profissionais mas, sobretudo, para o resultado da sua acção. Só lamentamos o facto de a própria IGAI, que também tem um papel importante no funcionamento da PSP e que publicou recentemente o plano de actividades para 2012, continuar mais preocupada em responsabilizar o resultado da acção dos polícias do que em compreender o motivo desse resultado. Caso contrário, perceberiam a necessidade de alterar o actual paradigma. É este o cenário que necessita de ser mudado, alterações em que o argumento das dificuldades financeiras não entra, até porque basta a vontade política e uma boa dose de bom senso.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

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domingo, 4 de março de 2012

A força do lóbi

   Ontem, assistimos a mais um jogo de futebol entre duas equipas que, por sistema, obrigam a várias regras de segurança e sobretudo a um número considerável de efectivos da Polícia. Nenhum profissional se recusa, nem pode fazê-lo, a desempenhar a sua missão na segurança dos adeptos para que o evento se desenrole em total segurança.

   No entanto, continuamos a não perceber o facto de ser o Estado, num momento particularmente difícil para o País, a assumir a grande maioria dos custos com a segurança, reduzindo as despesas dos principais interessados, os clubes. Como continuamos a não perceber que só uma minoria dos Polícias seja ressarcida pelo clube pelo seu trabalho em dia de descanso e em valores que põem em causa a dignidade dos profissionais.

   Incompreensível também é o facto de o MAI ter enviado aos sindicatos um projecto para alteração do regulamento dos serviços remunerados e, passados quase três meses, ainda não exista qualquer decisão. Será que também este Governo padece do mal dos anteriores, sujeitando-se ao lóbi do futebol?

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

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sexta-feira, 2 de março de 2012

ASPP/PSP no MEO Kanal

   A ASPP/PSP está ainda mais perto dos seus Associados, com a criação do seu MEO Kanal. Para encontrá-lo basta procurar o código 381277. Para mais informações sobre como funciona o MEO Kanal, clique na ligação.


Canal nº 381277 – ASPP/PSP Eventos no MEO Kanall

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Revista Crachá n.º 36

O Crachá

   

Crachá N.º 36

Fevereiro de 2012

Modelos de Policiamento

Manifestação da CCP

Colóquio ASPP/PSP

Orçamento da PSP


Faça o download da edição

Noticias ASPP/PSP

Sindicalistas da polícia falam em discriminação face aos militares Sindicalistas da polícia falam em discriminação face aos militares 
Chefias avisam para o efeito do mal-estar na PSP devido ao congelamento de carreiras
Publicação de promoções apenas para as forças militares em Diário da República causa indignação.

   O travão das progressões nas carreiras da PSP, originado pelo congelamento das promoções estabelecido no Orçamento do Estado de 2010, está a provocar o aprofundamento do mal-estar nas chefias e oficiais. Segundo um estudo da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP), faltam na PSP 242 oficiais de comando e 500 chefes principais.

   "Esta situação, criada pelo congelamento das progressões e suspensão de concursos, está a fazer com que alguns subcomissários estejam a comandar duas esquadras ao mesmo tempo nas férias de outros colegas. Noutros casos, o comando das esquadras fica temporariamente a cargo de um chefe, quando deveria ser, no mínimo, um chefe principal. Isto está a provocar um descontentamento e revolta cada vez maiores. Os cargos estão a ser exercidos por elementos de graduação inferior à exigida que ganham o mesmo", disse ao PÚBLICO o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues. O dirigente lembra ainda que "alguns elementos exercem cargos para o qual não têm formalmente competência" e que "a situação está a provocar uma desarticulação orgânica" na hierarquia da polícia.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Eleições Nacionais ASPP/PSP

RESULTADOS DAS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS GERENTES DA ASPP/PSPVoto

23 de Fevereiro de 2012

   A Associação sindical dos profissionais da polícia – ASPP/PSP, felicita os seus associados pelo envolvimento e participação no processo eleitoral para a eleição dos seus Corpos Gerentes e representantes locais, decorrido no dia 23 de Fevereiro a nível Nacional. É de destacar a quantidade de candidatos a delegados dos diversos departamentos, assim como a quantidade de associados que se envolveram diretamente e voluntariamente na preparação e coordenação deste processo eleitoral, imprescindível para o seu sucesso.

   Assim, informamos que exerceram o seu direito de voto 53,91% do total dos associados que reuniam os requisitos para o efeito, o que significa mais de cinco mil associados, votaram na lista única 51,94%, em branco 1,65% e nulos 0,62%.

   A forma como todo este processo eleitoral decorreu demonstrou mais laves a capacidade organizativa, a dinâmica, a responsabilidade e sobretudo a maturidade da ação sindical da ASPP/PSP.


                    TOMADA DE POSSE DOS CORPOS GERENTES

Informa-se ainda que a tomada de posse realizar-se-á no dia 21 de Março de 2012, pelas 11h00, em Lisboa.

O local do evento será oportunamente divulgado.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Acção legitimada

   Por vezes, os "fazedores de opinião" que ouvimos e lemos diariamente passam a ideia de que os sindicatos têm um papel passivo na sociedade, considerando fraca a participação e o envolvimento dos seus activistas.

   No passado dia 23 de Fevereiro, realizaram-se eleições para os corpos gerentes da ASPP/PSP para o próximo triénio e, num momento de grandes desafios para os profissionais da PSP e para o movimento sindical em geral, a grande participação neste acto eleitoral foi uma prova clara de que a actividade sindical e a própria organização são sinónimos de dinâmica e acção. As várias centenas de candidatos a representantes sindicais locais que se sujeitaram a sufrágio, num exemplo nítido de um processo democrático consolidado, são prova de envolvimento, de confiança, de responsabilidade e de voluntarismo por parte dos associados. Esta dinâmica e esta participação serão utilizadas, com toda a certeza, na luta por uma polícia melhor, com profissionais motivados, reconhecidos no seu esforço, tratados com justiça e, sobretudo, com dignidade pelas políticas dos Governos.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Esquadra do Viso vai ter vestiários


  


   A esquadra da PSP no Viso, Porto, vai passar a ter vestiários, um ano e meio depois de ter sido inaugurada. O CM sabe que a solução partiu do Comando Metropolitano da PSP e consiste em arrendar um andar num prédio perto da esquadra. Dentro de duas semanas, os 73 agentes deverão deixar de se fardar em casa e "na rua".


    O descontentamento entre os efectivos das 13ª e 18ª esquadras surgiu antes da inauguração do espaço, que funciona no rés--do-chão de um prédio residencial, quando perceberam que não havia vestiários. Uma das hipóteses seria os agentes terem de se deslocar a um apartamento num 5º andar, situado num prédio a 600 metros da esquadra, e no qual vivem dezenas de famílias. "Mas ninguém aceitou. Depois a câmara propôs transformar o andar por cima da esquadra, mas nunca avançou", lembrou o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) do Porto, Paulo Santos.
   Os agentes passaram a fardar-se em casa ou, como aconteceu simbolicamente em Novembro de 2010, numa autocaravana. Já a partir de Março podem vestir a farda no andar de um prédio junto dos Julgados de Paz e da esquadra. "O Comando quer resolver tudo o mais rápido possível", disse o dirigente.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Eleições ASPP/PSP-Triénio 2012-2015

Voto   Apela-se a todos os associados da ASPP/PSP, para que exerçam o seu direito de voto, para a eleição dos corpos sociais da ASPP/PSP e para delegados locais, (2012-2015).

   Para além de se tratar de um ato de cidadania, de transparência e de seriedade, estas eleições enquadram-se num contexto difícil, mas onde a participação, dinâmica e interesse de todos, pode dar um sinal de força.

   No dia 23 de fevereiro de 2012, entre as 07h00 e as 20h00 vão estar disponíveis mesas de voto, em todos os departamentos e serviços.

Locais de voto (aqui)

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Folheto campanha eleitoral 2012-2015

Folheto Eleição 2012-2015

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Não iludir a realidade

   Recentemente, ficámos a conhecer o número de profissionais que, nos últimos anos, pediram empréstimos aos Serviços Sociais da PSP para fazerem face às suas dificuldades financeiras e assumir os seus compromissos.

   Dirão alguns que, atualmente, os constrangimentos financeiros são transversais a todos os cidadãos e que as dificuldades em pagar as dívidas contraídas são resultados de processos de má gestão pessoal; em alguns casos pode ser verdade, mas não é menos verdade que muitos contraíram dívidas de acordo com a sua capacidade orçamental do momento, criando a expectativa de não ver o seu orçamento mensal reduzido, o que não se verificou.

   As medidas de austeridade impostas pelo Governo, agravadas pelas reduções diretas e indiretas que o Estatuto Profissional em vigor desde 2010 trouxe aos polícias, vieram descrever uma nova realidade na carteira de cada um, já que proporcionalmente ao vencimento as dívidas não sofreram cortes. Uma realidade que deve merecer a preocupação de todos, nomeadamente dos Serviços Sociais, reajustando-se legalmente para responder às novas necessidades dos polícias.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Mais de 200 elementos da PSP e GNR declararam falência em 2011



   O presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia diz que, por causa da crise e das medidas de austeridade, há muitos agentes a viver em condições difíceis e acrescenta que essa é uma situação cada vez mais recorrente. É a reação à manchete de hoje do jornal correio da manhã, que dá conta que 207 agentes da PSP e da GNR declararam insolvência em 2011 por não terem condições financeiras para pagar as dúvidas.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O papel da IGAI

clip_image002   Foi nomeado para a IGAI um novo inspector-geral, a Juíza Margarida Blasco 
   Espera-se da IGAI um papel mais interventivo na vida das Polícias, mais reforçado e sobretudo mais conclusivo. Mais inspectivo mas mais livre, mais incisivo e com mais condições. Mas não pode a IGAI olhar só para o resultado do trabalho dos polícias, deve também perceber as condições, as fragilidades ou mesmo as dificuldades que os polícias atravessam para poder responder com qualidade no seu trabalho.
   Sim, os polícias também são cidadãos e também eles têm sido agredidos pelo poder político, com legislação criada e não cumprida, com injustiças reveladores de desconhecimento do funcionamento da PSP, com atropelos à sua condição de trabalhadores ou mesmo na sua dignidade, na forma de tratamento como funcionários do Estado. Premissas que têm levado à revolta dos polícias e que os tem levado à linha da frente da contestação, como irá acontecer com a participação de muitos na manifestação de hoje. É este ambiente na PSP que deverá merecer uma atenção da IGAI, para conhecer e posteriormente corrigir.
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Recortes de Imprensa ASPP/PSP

Polícias queixam-se de injustiça nas promoções
   Um estudo do maior sindicato da Polícia conclui que há “injustiças” na PSP face à GNR e Forças Armadas, onde foram promovidos centenas de militares em 2011.
   Os polícias vão voltar a queixar-se ao Ministério da Administração Interna da "injustiça e tratamento desigual" pelo facto de centenas de elementos da GNR e dos três ramos das Forças Armadas terem sido promovidos durante o ano passado, apesar do congelamento das promoções decretado pelo ministro das Finanças, Vítor Gaspar. O facto de não existir uma correspondência em termos de promoções na polícia, no mesmo período, foi transmitido esta segunda-feira ao novo director nacional da PSP, Paulo Valente Gomes, pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia.
   A Direcção Nacional da PSP, questionada pelo Diário Económico sobre a alegada "injustiça", recusou fazer "qualquer comentário acerca das decisões do Governo relativamente a matérias da sua exclusiva competência." Mas o assunto será reportado também ao ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, em reunião solicitada ao MAI pela ASPP. "É uma injustiça, de facto, e pode envolver responsabilidade criminal e financeira, implicando a eventual devolução de verbas por parte das entidades que mandaram promover e pagar esses valores", disse ao DE um superintendente da PSP, signatário da carta entregue em Janeiro ao anterior director nacional, Guedes da Silva, que solicitou o anonimato.

in Económico online
Paulo Rodrigues. “Os polícias não são robôs para fazerem de braço armado do governo”
Não são possíveis mais cortes orçamentais na PSP.
Muitos polícias de intervenção apoiam os manifestantes
Paulo Rodrigues
Paulo Rodrigues é presidente da direcção nacional da ASP, o maior sindicato da polícia, com mais de 11 mil sócios. Aos 38 anos, este agente principal da PSP, natural do distrito de Bragança, divide a sua vida entre o sindicato e o trabalho no Corpo de Intervenção. Na entrevista ao i não esconde que a crise o preocupa, mas acha que os polícias não podem ser uma espécie de braço armado da troika.
Como é q ue o Paulo Rodrigues chegou à polícia?
Após o 12.o ano tirei o curso de Administração Autárquica e fui colocado na Câmara de Torres Vedras. Cedo percebi que aquilo não era o meu trabalho. Não me revia naquela actividade excessivamente administrativa. Um primo meu concorreu a uma força de segurança o que me motivou a tentar ir para a polícia. Estranhamente não tinha a certeza que queria ser polícia. Se me tivessem perguntado dois anos antes se pensava ser polícia eu teria respondido “tudo menos isso”. Acabei por entrar. Disse a mim mesmo que se não gostasse me ia embora. Na escola prática aprendi a gostar disto e hoje não trocava a minha profissão por nenhuma outra.
E aderiu logo ao sindicato?
Quando saí da escola prática fui parar a uma esquadra e como estava habituado a ver os sindicatos na Câmara de Torres Vedras, em que as relações entre trabalhadores e chefias eram normais, cheguei à PSP e senti que tinha regredido uma série de anos. Uma pessoa para falar até com o guarda principal era uma coisa dos diabos. A hierarquia estava muito marcada e sobrepunha-se a quase tudo. As pessoas não podiam pensar, se o fizessem era quase tomado como uma afronta aos superiores. Lembro-me que na primeira reunião a que assisti na esquadra, minutos antes, o pessoal estava todo a criticar uma situação que existia, e eu pensei para mim: “A reunião vai ser conflituosa.” Nunca tinha assistido a nenhuma e era o mais novo dos presentes. Entretanto começa a reunião e o comandante falou meia hora e no final disse: “Meus senhores, alguém tem alguma coisa a dizer?” Eu olhava para todos lados, a pensar: “Agora é que vai ser.” Ninguém dizia nada e eu aventurei-me e disse: “Eu!” O homem olhou para mim e nem me respondeu. E eu sem perceber. O pessoal todo a dizer-me: “Estás lixado, não vais aguentar muito tempo.” Passadas duas horas o comandante manda-me chamar ao gabinete e diz-me: “Você ousa pedir para falar? Você a mim não me questiona!” E eu a medo, “mas foi o senhor que perguntou...” O homem olhou para mim e respondeu-me: “Mas isso é só um pró-forma.” E explicou-me: “Quando você quiser falar comigo pede-me, diz-me qual é a questão e eu decido se o mando chamar ou não. Mas nunca à frente das outras pessoas.” Passados oito dias, o homem chama-me e diz-me: “No outro dia fui um pouco ríspido consigo. Por um lado fiquei chateado, mas por outro fiquei satisfeito: os seus colegas são uma cambada, falam por trás e quando chega à altura de falar ninguém fala. Pelo menos você levantou o dedo.”
E como tomou conhecimento do sindicato?
Um delegado de uma associação foi ter comigo e disse-me: “Tu davas um bom delegado.” Curiosamente, era do SPP, na altura APP. Estávamos em 1999, a lei que permite os sindicatos na polícia data de 2002. Nesse dia houve um colega que me disse “cuidado que há várias associações”, e eu então disse, “espera aí, deixa--me pensar”. Quando me explicaram o que cada uma representava percebi que a ser associado tinha de ser da ASP, por todas as razões, juntamente por ter sido o grande impulsionador do sindicalismo na PSP. A partir do momento que fui delegado comecei a associar toda a gente na esquadra. As pessoas estavam habituadas a ver um delegado com muita idade e o facto de eu ser novo facilitou: os colegas reviam-se porque o pessoal que trabalhava na Amadora era todo muito jovem. E eu vivia lá nas camaratas, de modo que tinha muita facilidade de falar com as pessoas. Muitos não se tinham associado porque não sabiam, alguns julgavam que as associações ainda eram perseguidas. Tinham receio. Passado um tempo sou convidado pelo Alberto Torres para a direcção. E a partir daí dediquei-me a isso e cá estou.
Você é de Bragança. Quando aterra na Amadora o choque é muito grande?
Eu tive uma classificação que me permitia escolher o sítio para onde ir, só que grande parte do pessoal que eu conhecia de Bragança estava na Amadora. E a questão era económica. Se eu fosse para um sítio onde estava o pessoal de Bragança podíamos dividir transportes e ir mais vezes a casa.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Mudar para solucionar

   Ontem, no parlamento, o Primeiro-ministro abordou a necessidade de rever o Estatuto Profissional da PSP. Esta afirmação vem, e bem, ao encontro das declarações do Director Nacional da PSP. Não é de estranhar, tendo em conta a instabilidade que este estatuto

   A colocação de todo o efetivo nas posições remuneratórias, tendo em conta o tempo de experiência, e a criação de mais postos nas categorias de Agentes ou Chefes são essenciais e sobretudo justas numa Instituição organizada hierarquicamente. Mas, nesta matéria, espero que o Governo encontre um caminho de diálogo construtivo nas alterações a um Estatuto que se reflete na vida dos polícias mas também na vida e dinâmica da Instituição. Os polícias querem que estas medidas ponham fim a uma série de injustiças, às quais a ASPP/PSP já deu resposta utilizando, por um lado, a via judicial, por outro as diversas iniciativas que tiveram por objectivo sensibilizar o Governo e que, pelos vistos, trouxeram resultados. Esperamos agora que estas alterações sirvam para resolver os problemas atuais, não para agravar ainda mais a situação.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Livro “armas e munições – legislação anotada”

Livro “armas e munições – legislação anotada”, sendo os autores elementos desta PSP (CD Leiria e Cometlis).

O mesmo estará à venda na generalidade das livrarias e FNAC ao preço de €12, no entanto para encomendas efetuadas diretamente à Editora, através do E-mail geral.letraseconceitos@gmail.com e mediante pagamento prévio por transferência bancária (NIB: 0010 0000 4719 5310 0011 7), o preço será de €10 (IVA e portes incluídos).
Aconselha-se um contacto prévio com a editora, através do telefone 214567165 para confirmação de morada.
O livro constitui uma "ferramenta prática" de consulta e interpretação da *Lei das Armas e Suas Munições*" e está atualizado. Tem 157 páginas e 314 anotações à Lei n.º 5/2006 de 23 de Fevereiro, na sua redação atual.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Parceria ASPP/PSP–TURISCAR RENT A CAR, S.A.

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A TURISCAR RENT A CAR, S.A., com sede na Av. Severiano Falcão, N.º9, no Prior Velho, e a ASPP/PSP celebraram uma parceria comercial de Serviços de aluguer de automóveis sem condutor para a ASPP / PSP e todos os Associados.
Proposta que visa a possibilidade de aluguer de  viaturas, sem condutor, em Portugal Continental, quando tal for solicitado pela ASPP / PSP ou pelos seus Associados (neste último caso, mediante apresentação de comprovativo: cartão de associado ou outro documento similar válido)
A TURISCAR compromete-se ainda, à entrega de todos os veículos em boas condições de limpeza e conservação, acompanhados por todos os documentos exigidos por lei para a sua circulação.
O contrato celebrado, tabela de preços e estações de recolha e entrega de viaturas poderão ser consultados no site da ASPP/PSP em parcerias nacionais (aluguer de viaturas)

sábado, 28 de janeiro de 2012

Nova etapa?

clip_image002  Disse o Ministro da Administração Interna que, com a nomeação de um novo Diretor Nacional para a PSP, a instituição entraria numa nova etapa.

  Aproveito desde já para desejar as maiores felicidades ao novo Diretor Nacional e muita coragem para liderar uma instituição que não vive os melhores momentos, esperando que seja protagonista de um futuro melhor.

  Os polícias esperam que esta nova etapa não se resuma a uma simples substituição de dirigentes máximos, caso contrário estaremos perante dificuldades que vão, com toda a certeza, agravar-se.

  De acordo com as expectativas criadas por estas declarações do MAI, os polícias questionam-se se os principais problemas que trouxeram conflitualidade, instabilidade e desmotivação serão resolvidos.

  Será que é desta vez que os polícias colocados no estatuto revogado passam para a nova lei? Será que é desta que a Polícia vai ter um orçamento minimamente de acordo com as necessidades da instituição?

  Caso a resolução destas questões não seja garantida, então a apregoada nova etapa não passará da velha.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

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sábado, 21 de janeiro de 2012

«Os Verdes» querem esclarecimentos sobre irregularidades no pagamento de gratificados na PSP

   «Os Verdes» querem esclarecimentos sobre irregularidades no pagamento de gratificados na PSPO Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Administração Interna, sobre atrasos no pagamento de gratificados a agentes da Polícia de Segurança Pública.

“Os Verdes” querem esclarecimentos sobre irregularidades no pagamento de gratificados na PSP
O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República uma pergunta em que questiona o Governo, através do Ministério da Administração Interna, sobre atrasos no pagamento de gratificados a agentes da Polícia de Segurança Pública.

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Consultas de psicologia na PSP aumentaram 13% em 2011

sem nome   O gabinete de psicologia da PSP realizou, em média, 22 consultas por dia em 2011, um aumento de 13 por cento em relação a 2010, sendo os problemas de adaptação e sentimentais as principais queixas dos agentes.

   Em entrevista à agência Lusa, o chefe do gabinete de psicologia da PSP disse que no ano passado este serviço registou 8.118 consultas, mais 948 do que em 2010, quando foram feitas 7.170.

  Para Fernando Passos, o aumento "não é novo", uma vez que as consultas neste serviço de psicologia tem subido nos últimos anos devido ao alargamento do número de locais de atendimento e à sua divulgação.
  "Ao longo dos tempos vamos sendo mais conhecidos e há uma procura mais natural" por parte dos polícias, afirmou, recordando que no ano de abertura do gabinete de psicologia, em 2001, apenas eram dadas consultas na Unidade Especial de Polícia, em Belas, e neste momento há gabinetes em nove comandos da PSP.

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