A atribuição de subsídios diferentes está a gerar polémica dentro da PSP. O projecto de lei que o Ministério da Administração Interna (MAI) pretende aprovar atribui subsídios de risco entre os 40% e os 50% para os agentes da Unidade Especial de Polícia. Já os serviços da PSP, não considerados como corpo especial, recebem apenas 20%.
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia marcou uma reunião para quinta-feira, com o objectivo de discutir formas de luta.
quarta-feira, 25 de junho de 2008
terça-feira, 24 de junho de 2008
Assembleia de Delegados da Distrital do Porto
CONVOCATÓRIA
Convocam-se os Dirigentes e Delegados da Distrital do Porto da ASPP/PSP para uma reunião a realizar na Sede do Porto deste Sindicato, no próximo dia 8/Julho/2008 (Terça-Feira), pelas 09H45, com a seguinte ordem de trabalhos:
1. Explanação e análise á actividade sindical desenvolvida ao nível da DN da ASPP/PSP;
1. Explanação e análise á actividade sindical desenvolvida ao nível da DN da ASPP/PSP; 2. Resumo das actividades desenvolvidas pela Direcção Distrital;
3. Outros assuntos.
A DIRECÇÃO DISTRITAL DA ASPP/PSP
Nota: A presente assembleia vai contar com a presença do Presidente da Direcção Nacional da ASPP/PSP, Paulo Rodrigues, no sentido de esclarecer questões prementes da actualidade, tais como o L 12-A/2008 (RVCFP) e o questões relacionadas com eventual estatuto profissional em discussão, entre outros.
Novas Oportunidades
Informam-se todos os Associados e familiares directos da ASPP/PSP que se encontra activo o protocolo entre a ASPP/PSP e o Centro Novas Oportunidades, da Escola Secundária Fontes Pereira de Melo, Porto.
Este protocolo permite aos elementos que se candidatarem no âmbito das CNO, ver o seu processo mais célere, para tal, terá que se identificar como associado ASPP/PSP, junto do Centro.
Para os elementos que porventura já se encontrem inscritos nesse centro, é aconselhável contactar o responsável e identificar-se como associado ASPP/PSP.
Saber mais...clique aqui.
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Reuniões no âmbito da Lei 12-A/2008 de 27FEV
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia - ASPP/PSP esteve reunida, no dia 17 de Julho, com a Provedoria de Justiça e a 11.ª Comissão Parlamentar de Trabalho, Segurança e Social e Administração Pública, no seguimento da queixa/denúncia onde se solicitava a averiguação da constitucionalidade da Lei 12-A/2008 de 27FEV, que altera os Regimes de Vínculos, Remunerações e Carreiras da Função Pública.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
PSP e GNR sem receber serviços de jogos amadores há 6 meses
Há milhares de agentes da PSP e GNR que não recebem há meio ano pelos serviços em jogos amadores. Na polícia serão cerca de 20 mil agentes. O pagamento depende do Governo. Os atrasos estão a afectar os polícias e as famílias, numa altura de crise económica. Os agentes são obrigados a fazer estes serviços, fora do horário habitual de trabalho.
Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, diz que polícias são obrigados a fazer estes trabalhos nos recintos desportivos, no periodo em que deveriam estar a descansar e acabam por estar sem receber há seis meses.
sábado, 14 de junho de 2008
Demonstração de Técnicas Krav Maga
Decorreu nas instalações da sede regional do Norte da ASPP/PSP uma demonstração de técnicas de auto de defesa pela ISRAELI KRAV MAGA ASSOCIATION – PORTUGAL na pessoa do seu Instrutor Chefe, o Prof. Vítor Martins.
A ISRAELI KRAV MAGA ASSOCIATION tem no Porto a sua sede na Rua do Pinheiro Manso 551, 4100 - 413 Porto
Telm.: 91 446 85 45
Ver mais videos (aqui)
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quinta-feira, 12 de junho de 2008
Na luta
Em resposta aos ataques cerrados do Governo contra os Profissionais das Forças e Serviços de Segurança
Encontro Nacional a 30 de Junho
11 de Junho de 2008
A Comissão Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança (CCP), composta pelas estruturas sindicais e associativas mais representativas da PSP, GNR, Polícia Marítima, Guarda Prisional e SEF, agendou um Encontro Nacional para o próximo dia 30 de Junho, pelas 14 horas, na Casa do Alentejo, em Lisboa.
No Encontro Nacional, serão abordadas as questões mais relevantes para os Profissionais das Forças e Serviços de Segurança:
A redução de direitos na área da saúde;
As recentes alterações à lei da aposentação e pré-aposentação;
A degradação do sistema remuneratório neste sector profissional;
A falta de apoio do Governo para as questões relacionadas com a actividade das Forças e Serviços de Segurança no quadro da defesa do interesse público e do alargamento de direitos.
O processo disciplinar com carácter persecutório interposto pelo Comando Militar da Polícia Marítima ao Presidente da Associação Socioprofissional dos Profissionais da Polícia Marítima, Jorge Veloso;
Tendo em conta a actual situação vivida nas Forças e Serviços de Segurança, em matéria de direitos sócio-profissionais e condições laborais, pretende-se que este Encontro Nacional sirva para o debate e reflexão sobre o constante atropelo pela dignidade de quem, no seu quotidiano, tem como missão assegurar o normal funcionamento da sociedade democrática. Neste debate, estarão também em discussão as formas de luta que os Profissionais irão encetar caso o Governo continue com as politicas redutoras de direitos, para com os Profissionais das Forças e Serviços de Segurança.
A Comissão Coordenadora Permanente
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Esquadras – A nossa apreensão
É com apreensão que assistimos à constante degradação dos vários departamentos de Policia, que compõem as estruturas do Comando Metropolitano do Porto.
No rol dos mais recentes acontecimentos encontram-se a Divisão de Investigação Criminal, na Rua dos Bragas, onde em Abril de 2006, o tecto de uma das secções caiu durante a madrugada. Já em Novembro, a 9ª Esquadra viu o tecto do hall de acesso à camarata ceder a que se seguiu em Janeiro de 2007 a 3ª E.I.C., que se encontra integrada na 6ª esquadra e que recebeu “arranjos” por altura do Euro 2004, depois de ceder uma parte do estuque que compõe o tecto. Infelizmente os maus momentos não ficaram por aqui. Alguns dias depois o tecto do acesso à parte administrativa da 15ª esquadra cedeu por completo - recorde-se que muito recentemente este departamento tinha sofrido arranjos no hall de atendimento ao público. E por último, foi a vez do tecto do W.C., situado no 2º piso, na área das camaratas da 12ª esquadra, que sentiu as agruras da sua degradação.
Felizmente que, em qualquer das situações descritas, não houve danos físicos de gravidade para os colegas que ali trabalham. Contudo, expressa-se aqui o nosso lamento e solidariedade para com aqueles que saíram, com alguma felicidade, apenas com ferimentos ligeiros, o que não deixa de ser também alvo da nossa preocupação.
As situações vão-se sucedendo e os responsáveis continuam a adiar a implementação de medidas de fundo, ficando-se pelo remediar dos estragos e pouco mais.
Veio a reestruturação, e com ela a propagandeada remodelação e reconstrução de departamentos.
Ora, a direcção distrital do Porto da ASPP/PSP, faz um apelo aos responsáveis para que não se limitem a efectuar tão só as intervenções nas áreas visíveis ao público, mas que as tornem extensíveis ao seu interior, por muito que isso custe. Recordemos que estas ocorrências, deram-se na sua totalidade em áreas interiores, perigando o profissional que por ali labuta. Nós sabemos bem o perigo que é patente no exterior, não queremos colocar sobre os seus ombros outra preocupação, agora vinda do interior.
Apela-se, por isso, para situações como as que se constatam na secção dos Achados, em que as placas do tecto se encontram em situação precária, e para os perigos resultantes das péssimas condições de segurança vividas nos vários departamentos.
Esperemos que, como Santa Bárbara, não sejamos obrigados a remeter a atenção dos responsáveis que só depois das más consequências de uma situação previsível, venham meter trancas à porta.
terça-feira, 10 de junho de 2008
Esquadras
"Em 90 por cento dos casos, são instalações que não satisfazem ou que estão mesmo em muito mau estado de conservação", assegurou Agostinho Pinto, da estrutura regional da Associação Sindical dos Profissionais Polícia (ASPP/PSP).
Ler noticia JN aqui
Informação aos Associados
Em virtude da notícia publicada no jornal “Correio da Manhã”, de dia 27 de Maio, com o título “Deviam estar contentes com o salário”, a Direcção Distrital de Lisboa, com a presença do Presidente da Direcção Nacional da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia - ASPP/PSP reuniu com o Comandante do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, no sentido de esclarecer o conteúdo e real alcance de tais afirmações, que foram muito mal acolhidas por todos os Profissionais da Polícia de Segurança Pública.
O Comandante Metropolitano de Lisboa esclareceu que as afirmações foram proferidas num contexto interno, com destinatários específicos e em virtude de contingências verificadas no acto de tomada de posse. Para além disso, as declarações surgiram, onde estavam só polícias, não estando, presente qualquer cidadão externo à polícia nem qualquer orgão de comunicação social.
No entanto, a ASPP/PSP considera que, tendo em conta o momento actual que se vive na PSP, com a crescente desmotivação reinante na Instituição, reflexo da atitude política deste Governo, mais apto para cortar direitos, esta não foi a forma mais adequada – bem pelo contrário – de ter o primeiro contacto com o efectivo que o Comandante da PSP de Lisboa terá de dirigir.
O discurso que todos os Profissionais esperavam do novo Comandante do maior Comando Metropolitano era nem mais nem menos que uma palavra de confiança e de motivação num momento extremamente delicado para os Polícias.
Mesmo tendo em conta o contexto, a ASPP/PSP não deixa de condenar o teor de tais afirmações. A responsabilidade e a capacidade de liderança de um Comandante a este nível não pode ser posta em causa por declarações avulso, as quais podem pôr em causa a confiança de todo o efectivo, reflectindo-se negativamente na dinâmica e qualidade de serviço prestado na área deste Comando Metropolitano.
A ASPP/PSP reitera o seu repúdio pelas afirmações do Comandante da PSP de Lisboa, esperando, agora, que os Profissionais da PSP tenham o reconhecimento que merecem por parte daqueles que têm, acima de tudo, o dever de motivar, respeitar e acompanhar os homens e mulheres que comandam, de forma a que o bom ambiente, que todos desejam na Instituição, possa reflectir-se numa boa imagem e vá ao encontro dos anseios de todos os polícias em particular e da sociedade em geral.
A ASPP/PSP continuará atenta, acreditando que o Comandante do COMETLIS recuperará o tempo perdido e iniciará a sua obra no sentido de resolver os problemas que ainda subsistem no Comando Metropolitano de Lisboa que, infelizmente, ainda são muitos, conforme foi reiterado nesta reunião (ao nível das injustiças na atribuição dos suplementos e subsídios, nas dificuldades na requisição do fardamento e a sua adequação ao tipo de serviço, problemas ao nível das comunicações, bem como a falta de alguns equipamentos e materiais imprescindíveis ao bom desempenho das funções policiais, assim como muitas outras dificuldades).
A Direcção Nacional da ASPP/PSP
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