Paulo Rodrigues–Secretário Nacional da CCP e Presidente da ASPP/ASPP em entrevista no programa Antena Aberta da Antena 1 no dia 19/8/2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Segurança para todos
Ontem, em Bragança, dois homens assaltaram uma empresa, agredindo a vítima com recurso a arma branca.
É mais do que natural que esta cidade do interior, que não tem sido tão fustigada pelo crime violento como acontece nas grandes cidades, tenha hoje uma percepção diferente em relação à necessidade de alterar os seus hábitos.
É sabido que o crime, mesmo o mais violento, não está apenas centralizado nas grandes cidades. Por isso, o Governo tem o dever de redefinir políticas de segurança mais objectivas mas, sobretudo, com maior efeito visível, não apenas em termos operacionais, mas também no combate ao sentimento de insegurança. Os brigantinos ou outros cidadãos de qualquer cidade do interior têm direito a ter uma polícia que garanta a sua segurança, como em qualquer grande centro urbano.
Redefinir políticas de policiamento de proximidade preventivas com a pró-actividade necessária é imprescindível, mas não podemos esquecer a importância de encontrar na PSP mecanismos para reduzir a média etária dos polícias nos pequenos comandos.
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
VI Passeio de Cicloturismo ASPP/PSP
A ASPP/PSP apesar do seu trabalho sindical permanente, que advém da sua índole, essência e história, não abdica de organizar outro tipo de iniciativas, que têm como objetivo a convivência e proximidade entre os profissionais da polícia e destes com a sociedade em geral.
Essas iniciativas demonstram ainda uma proximidade dos associados a este sindicato, uma forma de desanuviar das obrigações e exigências do dia-a-dia, o incentivo à prática do desporto, como também contrariar uma perspectiva individualista que assola as sociedades atuais.
Neste sentido e na sequência dos anos anteriores, a ASPP/PSP anuncia a organização do VI Passeio de Cicloturismo ASPP/PSP, que se irá realizar no dia 24 de Setembro de 2011, na cidade do Porto, com partida e chegada no Palácio de Cristal, culminando num almoço-convívio, também nesse local.
No passeio, podem inscrever-se associados, não associados e outros cidadãos, sendo que, o limite das inscrições é de 200 participantes.
Os participantes, por via da sua inscrição e participação, terão direito a Jersey de participação, almoço e outros brindes. Serão ainda sorteados alguns prémios.
Deverão ter atenção para a data de inscrição.
Todas as informações/inscrições em: www.noscarrisdamemoria.blogspot.com
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Informação-Remunerados
A ASPP/PSP, na sequência de informações de atrasos no pagamento de serviços remunerados, tem vindo constantemente a interceder junto do COMETPOR, no sentido de alertar para essa realidade e tentar perceber as razões dos constantes atrasos.
Reconhecendo a necessidade de um espaço temporal, para que o pagamento seja efectivado aos profissionais, dado o actual modelo de processamento, reconhecendo ainda que, alguns dos atrasos se devem a atrasos de pagamento por parte das entidades requisitantes, no entanto, constata-se também que, outros casos há, cujas razões serão de ordem interna (processamento ao nível da P.S.P.)
Dado que, temos na nossa posse, garantias de alguns pagamentos de serviços à P.S.P, sem que aos profissionais tenham sido pagos, deduzimos existir uma retenção indevida dos valores referentes a esses pagamentos.
Face ao exposto, a ASPP/PSP informa os seus associados que – através do Presidente da Distrital do Porto – esgotou todos os mecanismos informais de resolução do problema.
Perante a ausência de uma resposta positiva, a Direcção Nacional da ASPP/PSP solicitou a intervenção do seu Gabinete Jurídico o qual, via ofício dirigido ao Sr. Comandante Metropolitano do Porto (com conhecimento ao Sr. Director Nacional da PSP) datado de 19 de Agosto de 2011 e do qual se aguarda resposta, requereu a imediata resolução, sem prejuízo do recurso a outros mecanismos legais ao dispor, bem como (se tal for necessário) o recurso a demais instâncias.
Porto, 22 de agosto de 2011
A Direcção Distrital da ASPP/PSP (Porto)
sábado, 20 de agosto de 2011
Desinteresse e resultado
Durante anos, os Governos protelaram a resolução de problemas nas Polícias. A segurança foi debatida de forma superficial, sem assumirem grandes compromissos. Os políticos nunca deram importância a este sector. Esqueceram--se que as alterações na sociedade são constantes e que as Polícias têm de estar à altura dessas mutações para cumprir a sua missão.
A segurança faz a diferença no quotidiano dos cidadãos, com impactos importantes na qualidade de vida. Os Governos devem ter consciência de que as Polícias têm uma missão com particularidades próprias e que as decisões políticas deverão ser bem analisadas, com o prejuízo de as descaracterizar. É notório o aumento do número de empresas de segurança privada, algumas já de segurança pessoal. As dificuldades orçamentais das Polícias, os constrangimentos por falta de recursos ou as decisões políticas erradas para este sector têm aberto espaço a estas. Um caminho perigoso, até para a credibilidade das próprias Polícias, que pode levar a pensar que só tem segurança quem tem capacidade financeira.
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Forças de segurança agendam semana de protesto
Os polícias e os militares da GNR convocaram uma semana de protesto em Setembro. Chamam-lhe a semana da indignação e será concretizada se o Governo não colocar os elementos das duas corporações nos índices remuneratórios dos novos estatutos. IN RTP
“SEMANA DA INDIGNAÇÃO”
PARTICIPA
MOSTRA A TUA
Paulo Rodrigues explicou que neste momento existem na PSP e na GNR duas tabelas remuneratórias, uma que é legal, em que estão 20 por cento dos profissionais, e outra que já foi revogada e que abrange 80 por cento dos polícias e militares da Guarda.
"Queremos que os profissionais das forças de segurança que estão na tabela velha e que já foi revogada que transitem para a nova de acordo com a lei", sustentou, afirmando que esta transição "não significa aumentos remuneratórios". IN SIC
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Comunicado
O actual governo apesar da postura na campanha eleitoral, envereda por uma continuidade nas políticas aplicadas pelo anterior governo, demonstrando ainda uma pretensão de tratar os polícias como cidadãos de segunda.
Todos reconhecemos o atual estado do país, com as necessárias restrições orçamentais, já não compreendemos uma opção que passe por cortes cegos, por cortes que incumprem diplomas legais, por cortes que provoquem situações de injustiça e de desmotivação nos profissionais.
O estatuto profissional da PSP entrou em vigor em Janeiro de 2010, no entanto, o processamento dos reposicionamentos não foi aplicado, prejudicando milhares de profissionais.
Muitos dos que reconheceram esta realidade, vêm agora invocar argumentos para perpetuar esta situação, tratando os profissionais da PSP como cidadãos de segunda, uma vez que, para além dos cortes dos funcionários públicos em geral, pretendem aplicar congelamentos e estagnações adicionais aos polícias, incumprindo o estipulado no estatuto profissional.
Foram anos de congelamentos, sempre com a promessa de futuras melhorias, são dívidas aos polícias na vertente remuneratória, do extinto fundo de fardamento, de retroativos, entre outras.
É tempo de dizer BASTA, é tempo de maximizar a nossa revolta e demonstrar que os polícias estão cansados de serem o “parente pobre” da sociedade, é tempo de elevarmos a nossa dignidade.
Para todos aqueles que se sentem uma vez mais enganados pelo poder político, pelos que estão a aguardar o seu arrastamento/reposicionamento na nova tabela remuneratória, pelos que não toleram mais cortes, pelos que compreendem esta realidade e não admitem ser cidadãos de segunda, estejam atentos e predispostos para aderir às lutas.
A todos aqueles defensores de medidas “diferentes”, demonstrem agora a vossa força e ajudem a ajudar-se, ao invés de endereçarem erradamente a vossa fúria.
Porto, 15 de Agosto De 2011
A Direcção Distrital da ASPP/PSP (Porto)
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Recortes de imprensa
Forças de segurança debatem protesto conjunto contra anúncio de ministro das Finanças
As forças de segurança estão a preparar um protesto conjunto na sequência do congelamento da progressão da carreira, anunciada pelo ministro das Finanças. A comissão coordenadora dos sindicatos e associações das várias polícias avisa que todos os cenários de luta estão em cima da mesa.
Fonte: RTPForças de segurança reúnem-se para analisar congelamentos das carreiras
Militares, polícias e forças de segurança vão reunir-se esta semana para decidir o que fazer perante a decisão anunciada pelo Governo de congelamento de carreiras no sector.
Depois do Executivo ter anunciado o congelamento de carreiras no Ministério da Administração Interna (MAI) e no Ministério da Defesa Nacional, os profissionais do sector vão reunir-se na próxima quinta-feira para decidir o que fazer.
Fonte TSF
Forças de segurança ameaçam com protestos
Em causa está o congelamento das progressões na carreira
Depois do congelamento das progressões na carreira, anunciado pelo ministro das Finanças para as forças de segurança, os vários sindicatos do sector ameaçam avançar juntos com várias formas de luta.
Garantem que, para já, todos os cenários estão em cima da mesa para travar a medida do Governo.
Fonte TVI
Polícias e militares planeiam revolta conjunta na segurança

Mais de 30 mil polícias e militares ameaçam com a maior acção de contestação às políticas do Governo de que há memória já em Setembro. Desfile fardado inédito em preparação.
As várias forças que compõem a Comissão Coordenadora de Segurança - PSP, GNR, ASAE, SEF, Polícia Marítima e Serviços Prisionais - realizaram um almoço, no sábado, no qual definiram a terceira semana de Setembro como a semana de revolta das forças e serviços de segurança.
Fonte: DN




