quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Recortes de imprensa-Remunerados

ALeqM5j9Jj2CzmLtRXlbOraXOFCPyBr1ow PSP paga amanhã dívida aos polícias

A PSP anunciou hoje que vai pagar amanhã os serviços remunerados devidos aos polícias, em conjunto com o seu vencimento.

Em comunicado a PSP afirma que, com a publicação do despacho do secretário de Estado do Orçamento, assinado em 17 de janeiro e remetido ao Departamento de Gestão Financeira da Direcção Nacional da PSP em 18 de janeiro, e "através de um trabalho exaustivo dos elementos que compõem aquele departamento, foi possível processar todos os vencimentos e serviços remunerados nas últimas horas, garantindo-se assim, o pagamento integral dos remunerados devidos aos polícias".

Recorde-se que a Direção Nacional tinha-se comprometido a pagar aqueles serviços até ao dia 27, alegando "constrangimentos" legais para o atraso, nomeadamente a impossibilidade de transição da receita dos serviços remunerados de 2011 para 2012, facto que só poderia ser ultrapassado com a publicação do decreto-lei que disciplina a execução orçamental para este ano.

Embora existisse esse impedimento, o diretor-nacional da PSP, determinou o processamento extraordinário para possibilitar o pagamento dos elementos policiais até 27 de janeiro.

Foi a Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) denunciou a falta de pagamento a 28 de dezembro. Os gratificados são serviços de segurança requisitados e remunerados por entidades externas à polícia, sendo desempenhados fora do horário habitual de trabalho do agente.

in DN

sábado, 14 de janeiro de 2012

Definição de equidade

Paulo Rodrigues   O que os polícias sempre esperaram da tutela foi reconhecimento pelo seu sacrifício e um tratamento de justiça e equidade em relação a todos os funcionários do Estado

   Mas mesmo aqui os nossos Governantes têm esquecido os polícias, até em relação às congéneres Forças e Serviços de Segurança. Se fizermos uma análise ao Diário da República de 2011, verificamos que, na PSP, não houve promoções nas várias categorias, com o argumento conhecido das dificuldades financeiras. Em contrapartida, nas outras Forças de Segurança as promoções foram realizadas às centenas, e bem, sendo presumivelmente as necessárias para fazer face às dificuldades. Provavelmente, para não acontecerem as situações caricatas que estão actualmente a suceder na PSP, como por exemplo, entre muitas outras nas diversas categorias, a quantidade de tempo que o maior Comando Metropolitano da PSP, Lisboa, está sem Comandante. Como é óbvio, esta discriminação, além de injusta, traz prejuízos à PSP e só pode criar revolta entre os polícias, passando o argumento das dificuldades do País a não passar de uma enorme mentira.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

clip_image003Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Recortes de imprensa

Esquadra da PSP no Porto sem carros-patrulha desde sábado

PSP sem viaturas para patrulha em cinco freguesias do centro do Porto

    Segundo fonte da PSP, a última viatura a avariar sofreu um pequeno incêndio devido a um problema eléctrico. A ASPP fala em «centenas de viaturas imobilizadas por falta de manutenção».

Paulo Rodrigues diz que é preocupante não haver viaturas para patrulha nesta zona do Porto

Paulo Rodrigues confirma centenas de viaturas paradas por falta de manutenção

in TSF

Parceria ASPP/PSP- Pharol 72

   Vem a Distrital da ASPP/PSP (Porto) dar a conhecer as atividades que o parceiro Clinica Pharol 72 irá levar a cabo nos próximos tempos, para efeitos de divulgação.

image- Curso Iniciação Reiki Nivel 1 - 14 de Janeiro de 2012

- Workshop de Introdução ao Coaching e à PNL - 20 Janeiro de 2012

- Workshop Arte Floral Japonesa – Ikebana – 28 de Janeiro de 2012

sábado, 7 de janeiro de 2012

No limite do sustentável

Paulo Rodrigues   No próximo dia 9, comemora-se o aniversário do Comando Distrital da PSP de Viseu, que congrega também a Divisão de Lamego, mas com a qual se tem distanciado, no que diz respeito às dificuldades do seu funcionamento e dos polícias.

    É sabido que as dificuldades de efectivo são transversais, mas, como a ASPP/PSP tem alertado, podem ser minoradas, caso exista uma gestão racional dos recursos humanos, o que pelos vistos não existe no Comando de Viseu. Prova disso são os constrangimentos gravíssimos ao nível do efectivo, que estão a deixar impacientes os próprios cidadãos. Não podemos esquecer que, em pouco mais de dez anos, a PSP de Lamego ganhou mais área de actuação, mas em contrapartida perdeu mais de vinte polícias.

   É por isso frequente ver profissionais a trabalhar na hora da sua folga ou mesmo a fazer dois turnos de serviço seguidos. Um problema que afecta num primeiro momento os polícias e a credibilidade da PSP, e num segundo a qualidade da segurança dos cidadãos de Lamego, que têm os mesmos direitos de quaisquer outros do resto do país. Um tema que esperamos não passe ao lado no dia de aniversário da PSP de Viseu.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

clip_image003Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

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Convocatória Assembleia de Delegados–Porto

reuniãoCONVOCATÒRIA

   Convoca-se os delegados sindicais ASPP/PSP (Porto), para uma assembleia de delegados, no próximo dia 26 de janeiro de 2012, pelas 14H30, na sede da ASPP/PSP (Norte), sita na Rua Monte dos Burgos, 347, 4250-316 Porto.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Noticias ASPP/PSP

    ASPP pede reunião ao ministro para conhecer reformas da PSP em preparação

  A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) pediu hoje ao ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, uma reunião para saber quais as reformas que vão ser efetuadas na PSP este ano

  "Estamos preocupados com aquilo que pode vir a acontecer", disse à agência Lusa o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, adiantando que o pedido de uma reunião ao ministro da Administração Interna tem como objetivo saber quais as medidas que estão a ser preparadas.

Segundo o sindicalista, a ASPP quer saber quais as alterações à Lei Orgânica da PSP e ao sistema de saúde dos polícias.

Paulo Rodrigues afirmou também que quer saber se estão previstas alteração ao nível do estatuto profissional.

Na terça-feira, a Comissão Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações dos Profissionais dos Serviços e Forças de Segurança, que reúne representantes da PSP, GNR, SEF, guardas prisionais, ASAE e Polícia Marítima, esteve reunida com as associações dos profissionais das Forças Armadas para fazer um balanço de 2011 e partilhar as preocupações socioprofissionais para este ano.

Na reunião ficou decidido que cada estrutura ia pedir reuniões à tutela.

Paulo Rodrigues, que é também o secretário nacional da Comissão Coordenadora, admite ainda a realização de ações de protestos em conjunto com as associações das Forças Armadas, caso as reuniões com a tutela não agrade ao setor.

in logo_sicSIC

Forças de Segurança admitem novas ações de protestos

   Sindicatos e associações profissionais exigem melhores condições de trabalho e que o Governo cumpra o que está previsto no novo estatuto profissional

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Plano de Formação 2012

                                          FormaçãoCaros associados,

    como tem sido habitual a ASPP/PSP possui uma parceria com a INOVINTER, para formação dos associados que queiram obter valências.

Para o ano de 2012, foram escolhidos três cursos a serem ministrados na sede da ASPP/PSP - Norte.

Esta formação é gratuita e dá direito ao pagamento de subsidio de refeição.

PLANO DE FORMAÇÃO 2012

ASPP/PSP

(Porto)

6577

Cuidados na saúde infantil

50 h

pós-laboral

12-03-2012

23-04-2012

ASPP/PSP

(Porto)

3492

Atendimento - Inglês Técnico

50 h

pós-laboral

07-05-2012

14-06-2012

ASPP/PSP

(Porto)

0803

Aplicações de Escritório

50 h

pós-laboral

03-09-2012

09-10-2012

     

Para mais informações e inscrições contactar:

Costa -962095651

sábado, 31 de dezembro de 2011

MENSAGEM DE ANO NOVO

Caros colegas,

findou o ano de 2011, ano difícil, de cortes, congelamentos e de mais anúncios para o futuro.

Foram políticas implementadas e penalizadoras para muitos trabalhadores da administração pública e do sector privado.

Foram argumentos utilizados de uma suposta crise internacional, de divida e de défice, mas todos eles serviram para criar dificuldades também aos profissionais da P.S.P.

Foi um ano que, apesar das dificuldades e do contexto negativo, quer no âmbito económico/financeiro, quer numa postura governativa baseada em reduções, congelamentos e cortes cegos, caracterizadora do anterior e também do actual governo, foi um ano onde a ASPP/PSP não deixou de se movimentar e mobilizar na defesa dos profissionais da P.S.P.

Ora, no âmbito da CCP (Comissão Coordenadora Permanente), ora por iniciativa exclusiva da ASPP/PSP, chegando inclusive a juntar-se aos demais sindicatos da função pública, a ASPP/PSP não deixou de estar onde devia estar e encetar as iniciativas necessárias,demonstrando ainda solidariedade para com as outras estruturas de outras forças e serviços de segurança.

Em relação ao COMETPOR a direcção distrital do Porto, encetou por várias vezes, contactos com os responsáveis pelo COMETPOR para denúncia e resolução de várias questões, entre as quais,pagamento de serviços remunerados, condições de esquadras e viaturas, falta de equipamentos, entre muitas outras.

Não deixamos de apoiar os associados que pontualmente apresentaram problemas e acompanhamos todos aqueles que nos solicitaram ajuda.

Foi um ano onde a crítica foi constante,endereçada ao governo e daí legítima, mas alguma critica endereçada à ASPP/PSP,essa por vezes, vazia de conhecimento, desinformada por terceiros, ingrata e injusta. Mas é também por  ai, que devemos evidenciar a grandeza da ASPP/PSP.

Num ano de 2011 traçado por um contexto difícil, onde diariamente e em muitos sectores se assistem a reduções, cortes e congelamentos, muitos esquecem que, tanto ao nível do reposicionamento daqueles elementos que foram ultrapassados pelos mais novos, como do pagamento dos retroactivos das graduações, passando pelo pagamento do extinto fundo de fardamento, assim como, o anúncio recente da proposta de alteração ao regulamento dos serviços remunerados, muito foi conseguido, apesar de muitos desvalorizarem essa realidade, por vezes pela simples razão de não se encontrarem numa situação de benefício pessoal.

O que se pretende realçar, não será a resolução destes problemas do ponto de vista de um dado adquirido, mas sim, a razão dessa resolução, que não terá sido "obra do acaso", mas sim, o culminar de luta, de pressão e do trabalho constante e sério.

Muitos acreditam que a resolução das questões passa pela bondade do poder político, ou da legalidade dessas mesmas questões, mas facilmente compreenderão que, nos dias de hoje, não é pelo facto de as questões serem legais ou formais, que são de resolução ou aplicação, a experiência diz-nos isso. Aos críticos ou desatentos, a resolução advém da pressão e da acção sindical.

Não se pretende com isto passar a ideia deque tudo está resolvido e que o cenário foi positivo, bem pelo contrário, muito está por resolver e o futuro anuncia-se difícil, até na questão da acção sindical.

Aquilo que se pretende nesta comunicação,é transmitir que algo foi feito, algo foi conseguido, fruto da pressão e das iniciativas (das mais diversas) e que, para que se continue a conseguir mais, é necessário aumentar a pressão, a adesão e a luta, uma vez que a "inércia"será superior em 2012.

Daí que, a todos os que pretendam juntar-se à ASPP/PSP, é necessário o combate à apatia, à resignação e é óbvia a necessidade de reflexão, de consciencialização, de luta, de combate, de presença e intervenção, de espírito colectivo, num sinal de preocupação pela nossa defesa, pela nossa condição e pelo nosso futuro.

A todos o desejo de um bom 2012. 

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