domingo, 18 de março de 2012

Exigência Internacional

   Decorreu na passada semana, em Santander, o 8º Congresso do Conselho Europeu de Sindicatos da Polícia, sob o tema ‘A Polícia no centro da crise económica; o papel do cidadão-polícia’.

   Foi um congresso em que ficou vincado o difícil papel que os polícias europeus enfrentam no actual contexto de crise. Se, por um lado, estão obrigados a fazer cumprir a lei e a ordem, por outro, sentem também duplamente as injustas medidas de austeridade impostas a todos os cidadãos.

   No que respeita a Portugal, o CESP afirma que o Estado não está a cumprir a lei que aprovou, no que diz respeito ao estatuto profissional e remuneratório, pelo que exigirá às mais altas instâncias daquele organismo que intercedam junto do Estado Português para que a Lei seja cumprida.

   Simultaneamente, o CESP continuará a acompanhar a queixa apresentada em conjunto com a ASPP/PSP na Organização Internacional do Trabalho, tendo como objectivo a criação de legislação que obrigue à efectiva fiscalização das condições de saúde, higiene e segurança no local de trabalho dos polícias, bem como os procedimentos discriminatórios geradores de Instabilidade




clip_image003Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

sábado, 10 de março de 2012

Realidade ao de cima

    O País começa a ter consciência dos problemas que os responsáveis políticos foram arrastando, ou não quiseram solucionar, na PSP, nomeadamente ao nível do desinvestimento, de legislação criada que condiciona a carreira dos profissionais ou que não tem em conta a especificidade da missão e das necessidades de uma polícia que está no terreno 24 sobre 24 horas.

   Comparar o serviço de polícia a qualquer outro é comparar o incomparável, com resultados catastróficos para os profissionais mas, sobretudo, para o resultado da sua acção. Só lamentamos o facto de a própria IGAI, que também tem um papel importante no funcionamento da PSP e que publicou recentemente o plano de actividades para 2012, continuar mais preocupada em responsabilizar o resultado da acção dos polícias do que em compreender o motivo desse resultado. Caso contrário, perceberiam a necessidade de alterar o actual paradigma. É este o cenário que necessita de ser mudado, alterações em que o argumento das dificuldades financeiras não entra, até porque basta a vontade política e uma boa dose de bom senso.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

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domingo, 4 de março de 2012

A força do lóbi

   Ontem, assistimos a mais um jogo de futebol entre duas equipas que, por sistema, obrigam a várias regras de segurança e sobretudo a um número considerável de efectivos da Polícia. Nenhum profissional se recusa, nem pode fazê-lo, a desempenhar a sua missão na segurança dos adeptos para que o evento se desenrole em total segurança.

   No entanto, continuamos a não perceber o facto de ser o Estado, num momento particularmente difícil para o País, a assumir a grande maioria dos custos com a segurança, reduzindo as despesas dos principais interessados, os clubes. Como continuamos a não perceber que só uma minoria dos Polícias seja ressarcida pelo clube pelo seu trabalho em dia de descanso e em valores que põem em causa a dignidade dos profissionais.

   Incompreensível também é o facto de o MAI ter enviado aos sindicatos um projecto para alteração do regulamento dos serviços remunerados e, passados quase três meses, ainda não exista qualquer decisão. Será que também este Governo padece do mal dos anteriores, sujeitando-se ao lóbi do futebol?

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

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sexta-feira, 2 de março de 2012

ASPP/PSP no MEO Kanal

   A ASPP/PSP está ainda mais perto dos seus Associados, com a criação do seu MEO Kanal. Para encontrá-lo basta procurar o código 381277. Para mais informações sobre como funciona o MEO Kanal, clique na ligação.


Canal nº 381277 – ASPP/PSP Eventos no MEO Kanall

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Revista Crachá n.º 36

O Crachá

   

Crachá N.º 36

Fevereiro de 2012

Modelos de Policiamento

Manifestação da CCP

Colóquio ASPP/PSP

Orçamento da PSP


Faça o download da edição

Noticias ASPP/PSP

Sindicalistas da polícia falam em discriminação face aos militares Sindicalistas da polícia falam em discriminação face aos militares 
Chefias avisam para o efeito do mal-estar na PSP devido ao congelamento de carreiras
Publicação de promoções apenas para as forças militares em Diário da República causa indignação.

   O travão das progressões nas carreiras da PSP, originado pelo congelamento das promoções estabelecido no Orçamento do Estado de 2010, está a provocar o aprofundamento do mal-estar nas chefias e oficiais. Segundo um estudo da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP), faltam na PSP 242 oficiais de comando e 500 chefes principais.

   "Esta situação, criada pelo congelamento das progressões e suspensão de concursos, está a fazer com que alguns subcomissários estejam a comandar duas esquadras ao mesmo tempo nas férias de outros colegas. Noutros casos, o comando das esquadras fica temporariamente a cargo de um chefe, quando deveria ser, no mínimo, um chefe principal. Isto está a provocar um descontentamento e revolta cada vez maiores. Os cargos estão a ser exercidos por elementos de graduação inferior à exigida que ganham o mesmo", disse ao PÚBLICO o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues. O dirigente lembra ainda que "alguns elementos exercem cargos para o qual não têm formalmente competência" e que "a situação está a provocar uma desarticulação orgânica" na hierarquia da polícia.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Eleições Nacionais ASPP/PSP

RESULTADOS DAS ELEIÇÕES PARA OS CORPOS GERENTES DA ASPP/PSPVoto

23 de Fevereiro de 2012

   A Associação sindical dos profissionais da polícia – ASPP/PSP, felicita os seus associados pelo envolvimento e participação no processo eleitoral para a eleição dos seus Corpos Gerentes e representantes locais, decorrido no dia 23 de Fevereiro a nível Nacional. É de destacar a quantidade de candidatos a delegados dos diversos departamentos, assim como a quantidade de associados que se envolveram diretamente e voluntariamente na preparação e coordenação deste processo eleitoral, imprescindível para o seu sucesso.

   Assim, informamos que exerceram o seu direito de voto 53,91% do total dos associados que reuniam os requisitos para o efeito, o que significa mais de cinco mil associados, votaram na lista única 51,94%, em branco 1,65% e nulos 0,62%.

   A forma como todo este processo eleitoral decorreu demonstrou mais laves a capacidade organizativa, a dinâmica, a responsabilidade e sobretudo a maturidade da ação sindical da ASPP/PSP.


                    TOMADA DE POSSE DOS CORPOS GERENTES

Informa-se ainda que a tomada de posse realizar-se-á no dia 21 de Março de 2012, pelas 11h00, em Lisboa.

O local do evento será oportunamente divulgado.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Acção legitimada

   Por vezes, os "fazedores de opinião" que ouvimos e lemos diariamente passam a ideia de que os sindicatos têm um papel passivo na sociedade, considerando fraca a participação e o envolvimento dos seus activistas.

   No passado dia 23 de Fevereiro, realizaram-se eleições para os corpos gerentes da ASPP/PSP para o próximo triénio e, num momento de grandes desafios para os profissionais da PSP e para o movimento sindical em geral, a grande participação neste acto eleitoral foi uma prova clara de que a actividade sindical e a própria organização são sinónimos de dinâmica e acção. As várias centenas de candidatos a representantes sindicais locais que se sujeitaram a sufrágio, num exemplo nítido de um processo democrático consolidado, são prova de envolvimento, de confiança, de responsabilidade e de voluntarismo por parte dos associados. Esta dinâmica e esta participação serão utilizadas, com toda a certeza, na luta por uma polícia melhor, com profissionais motivados, reconhecidos no seu esforço, tratados com justiça e, sobretudo, com dignidade pelas políticas dos Governos.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Esquadra do Viso vai ter vestiários


  


   A esquadra da PSP no Viso, Porto, vai passar a ter vestiários, um ano e meio depois de ter sido inaugurada. O CM sabe que a solução partiu do Comando Metropolitano da PSP e consiste em arrendar um andar num prédio perto da esquadra. Dentro de duas semanas, os 73 agentes deverão deixar de se fardar em casa e "na rua".


    O descontentamento entre os efectivos das 13ª e 18ª esquadras surgiu antes da inauguração do espaço, que funciona no rés--do-chão de um prédio residencial, quando perceberam que não havia vestiários. Uma das hipóteses seria os agentes terem de se deslocar a um apartamento num 5º andar, situado num prédio a 600 metros da esquadra, e no qual vivem dezenas de famílias. "Mas ninguém aceitou. Depois a câmara propôs transformar o andar por cima da esquadra, mas nunca avançou", lembrou o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) do Porto, Paulo Santos.
   Os agentes passaram a fardar-se em casa ou, como aconteceu simbolicamente em Novembro de 2010, numa autocaravana. Já a partir de Março podem vestir a farda no andar de um prédio junto dos Julgados de Paz e da esquadra. "O Comando quer resolver tudo o mais rápido possível", disse o dirigente.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Eleições ASPP/PSP-Triénio 2012-2015

Voto   Apela-se a todos os associados da ASPP/PSP, para que exerçam o seu direito de voto, para a eleição dos corpos sociais da ASPP/PSP e para delegados locais, (2012-2015).

   Para além de se tratar de um ato de cidadania, de transparência e de seriedade, estas eleições enquadram-se num contexto difícil, mas onde a participação, dinâmica e interesse de todos, pode dar um sinal de força.

   No dia 23 de fevereiro de 2012, entre as 07h00 e as 20h00 vão estar disponíveis mesas de voto, em todos os departamentos e serviços.

Locais de voto (aqui)

Videos diversos

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