quinta-feira, 12 de abril de 2012
COMEMORAÇÃO DOS 23 ANOS DOS “SECOS E MOLHADOS”
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Recortes de imprensa
Diretor nacional cria grupo de trabalho para fazer diagnóstico aos horários dos polícias
O diretor nacional da PSP criou um grupo de trabalho para fazer um diagnóstico dos horários de trabalho dos polícias em vigor desde 2010 e que têm gerado contestação em alguns comandos.
O comissário Fábio Ruben de Castro, da direção nacional da PSP, disse à agência Lusa que o grupo de trabalho, coordenado pelo inspetor nacional da PSP Magina da Silva, tem por objetivo fazer um diagnóstico dos horários e se tal for necessário “corrigir eventuais anomalias”.
Segundo a direção nacional da PSP, a definição dos horários de trabalho e dos períodos de descanso devem ter em linha de conta a especificidade e a exigência da missão policial.
I Prova de Orientação Pedestre ASPP/PSP
A ASPP/PSP[1] para além de, em primeira linha, pugnar pela defesa e firmação dos direitos dos seus associados, posiciona-se de forma a contribuir para a satisfação de demais expectativas, quer pessoais quer sociais, de marcada relevância.
Assim, atenta às problemáticas das complexas sociedades contemporâneas e iniciativas internacionais, a ASPP/PSP, associando-se à iniciativa europeia - Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade ente Gerações 2012 - e após celebrada parceria com a ORIEVENTS[2], apresenta a I Prova de Orientação Pedestre ASPP/PSP.
Incrições e mais informações em http://www.orientacaoaspp.blogspot.pt/
sábado, 31 de março de 2012
RASI-Noticias ASPP/PSP
RELATÓRIO ANUAL DA SEGURANÇA INTERNA 2011
Já são conhecidos os últimos números sobre a criminalidade em Portugal que, em média, diminuiu 2 por cento em relação ao ano passado.
São dados saídos da reunião do Conselho Superior de Segurança Interna. No entanto, houve alguns tipos de crime que subiram como por exemplo os roubos por esticão ou os assaltos às ourivesarias.
in SIC de 31.03.2012
Criminalidade geral diminuiu 2% em 2011
Em 2011 registou-se uma diminuição da criminalidade, de acordo com o Relatório Anual de Segurança Interna, ontem divulgado. Os dados mostram que, na maior parte dos crimes, se registou uma descida em relação a 2010, com exceção dos roubos a ourivesarias e a residências.
Segurança: ASPP/PSP já esperava aumento de roubos devido à situação do país
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) considerou hoje que já era esperado o aumento da chamada pequena criminalidade, nomeadamente assaltos a residências e roubos por esticão, face à deterioração das condições sociais e económicas no país.
"Ficamos todos muito satisfeitos que a criminalidade mais violenta tenha diminuído, mas a pequena criminalidade está numa escalada que não sabe onde irá parar", afirmou à agência Lusa o vice-presidente da ASPP/PSP, Manuel Morais, quando questionado sobre os dados do Relatório Anual de Segurança Interna 2011.
Para este responsável, era previsível que "o desenvolvimento da criminalidade se desse nestes moldes", tendo em conta "o desemprego" que grassa no país.
Sem soluções
O Governo, através do orçamento rectificativo, vem dizer que estão contempladas as promoções dos polícias para o ano vigente, mas refere que não pode haver aumento da despesa com pessoal. O documento refere ainda que, a acontecerem, terá de existir justificação da sua necessidade!
A PSP é uma estrutura hierarquizada, com mais de 20 000 profissionais, o que obriga a uma constante movimentação de polícias para categorias ou postos superiores, ainda que por concurso, caso contrário teríamos uma instituição completamente desordenada, como já acontece nalgumas situações com polícias a assumirem postos superiores sem terem oficialmente competência para tal. Na PSP existe a necessidade de promoções nas várias categorias e estas ficarão mais baratas ao Estado do que a utilização de qualquer outro mecanismo administrativo, como já ficou recentemente provado. No entanto, lamentamos que este Orçamento não contemple a colocação de todos os polícias no novo Estatuto remuneratório, ou do pagamento dos retroactivos devidos, algo que não podemos admitir e que levará novamente os polícias à contestação.
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã
domingo, 18 de março de 2012
Noticias ASPP/PSP
Exigência Internacional
sábado, 10 de março de 2012
Realidade ao de cima
O País começa a ter consciência dos problemas que os responsáveis políticos foram arrastando, ou não quiseram solucionar, na PSP, nomeadamente ao nível do desinvestimento, de legislação criada que condiciona a carreira dos profissionais ou que não tem em conta a especificidade da missão e das necessidades de uma polícia que está no terreno 24 sobre 24 horas.
Comparar o serviço de polícia a qualquer outro é comparar o incomparável, com resultados catastróficos para os profissionais mas, sobretudo, para o resultado da sua acção. Só lamentamos o facto de a própria IGAI, que também tem um papel importante no funcionamento da PSP e que publicou recentemente o plano de actividades para 2012, continuar mais preocupada em responsabilizar o resultado da acção dos polícias do que em compreender o motivo desse resultado. Caso contrário, perceberiam a necessidade de alterar o actual paradigma. É este o cenário que necessita de ser mudado, alterações em que o argumento das dificuldades financeiras não entra, até porque basta a vontade política e uma boa dose de bom senso.
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã
domingo, 4 de março de 2012
A força do lóbi
Ontem, assistimos a mais um jogo de futebol entre duas equipas que, por sistema, obrigam a várias regras de segurança e sobretudo a um número considerável de efectivos da Polícia. Nenhum profissional se recusa, nem pode fazê-lo, a desempenhar a sua missão na segurança dos adeptos para que o evento se desenrole em total segurança.
No entanto, continuamos a não perceber o facto de ser o Estado, num momento particularmente difícil para o País, a assumir a grande maioria dos custos com a segurança, reduzindo as despesas dos principais interessados, os clubes. Como continuamos a não perceber que só uma minoria dos Polícias seja ressarcida pelo clube pelo seu trabalho em dia de descanso e em valores que põem em causa a dignidade dos profissionais.
Incompreensível também é o facto de o MAI ter enviado aos sindicatos um projecto para alteração do regulamento dos serviços remunerados e, passados quase três meses, ainda não exista qualquer decisão. Será que também este Governo padece do mal dos anteriores, sujeitando-se ao lóbi do futebol?
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã



