domingo, 20 de maio de 2012

Até a crise tem limites

Quando os polícias falam na falta de fiscalização das condições de higiene, saúde e segurança no trabalho na PSP, fazem-no porque sentem as péssimas condições com que diariamente são confrontados.

Pneus de viaturas policiais em mau estado, que rebentam em andamento, travões que, pelo desgaste, não accionam e provocam despistes, motociclos reparados com peças em mau estado que originam acidentes e provocam danos físicos irreparáveis ou Esquadras em estado de degradação avançada são prova da falta de fiscalização que permita às entidades competentes terem uma perfeita noção da realidade.

Prova-se também, apesar de no início de 2012 o MAI ter anunciado 7 milhões de euros para a reparação de viaturas, o desinvestimento a que esta área tem estado sujeita. Já sabemos que se dirá que estamos em crise e que não existe orçamento que permita fazer investimentos, no entanto, este resultado é a evidência de que a falta de investimento nesta área tem décadas, bem antes da crise a que todos recorrem como argumento quando falta a verdadeira vontade para mudar.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

Preparar o futuro


A Direcção Nacional da PSP apresentou os objectivos para os anos 2013-2016. O documento reflecte duas situações: primeiro, revela uma visão inteligente da gestão da PSP – gerir com base no modelo empresarial o que diz respeito ao encontro de soluções na optimização da estrutura; depois, coloca no centro das preocupações a condição social dos recursos humanos.

A gestão alargada nas diversas áreas do equilíbrio entre as entradas e saídas de efectivo, a criação de mecanismos de motivação e a definição objectiva das regras em relação à carreira, são matérias pelas quais a ASPP/PSP se tem batido, mas algo que tem sido desvalorizado, como é exemplo a ilegalidade existente desde 2010 com as posições remuneratórias e que tem prejudicado a maioria do efectivo.

É sabido que o motor de qualquer instituição policial são os seus recursos humanos. E o resultado geral do trabalho, no que diz respeito à imagem, à credibilidade e à confiança por parte da sociedade, advém do factor motivação. No entanto, é importante não esquecer que qualquer projecto para a PSP deve ser desenvolvido com os polícias, independentemente do seu posto hierárquico.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

terça-feira, 8 de maio de 2012

CURSO DE FORMAÇÃO: TÉCNICAS DE BASTÃO POLICIAL


Decorrente da parceria com a Associação Portuguesa de Sistema de Treino Operacional, os associados da ASPP/PSP poderão obter uma formação importante e credível, e com benefício na inscrição, que por si só já é bastante acessível.

Invistam na vossa formação e Inscrevam-se!

sábado, 5 de maio de 2012

Verdadeiro Infractor


image   O MAI pronuciou--se sobre eventuais alterações nas leis orgânicas da PSP e GNR e de um possível investimento para 2013, com o intuito de solucionar problemas com os estatutos remuneratórios. Em relação às leis orgânicas, o que se espera do MAI é simplesmente a optimização das Polícias, por uma lado, e, por outro, a sua coordenação.

   Espero que os responsáveis do MAI não caiam no erro de destruir as fronteiras geográficas e até de competências existentes entre as forças, nomeadamente no que diz respeito ao trânsito, criadas no anterior diploma justamente para reduzir a conflitualidade existente na época.

   Em relação ao Estatuto da PSP, existem ainda ilegalidades por suprir e foram elas que obrigaram ao congelamento na PSP da progressão da carreira um ano a mais do que nos outros sectores, foram elas que destruíram o valor da experiência e antiguidade e que congelaram concursos comprometendo o funcionamento da PSP.
   Como polícias, não podemos aceitar que um Governo, à semelhança de qualquer infractor, aponte para um futuro eventual o cumprimento da Lei, com as consequências que daí poderão advir.

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terça-feira, 1 de maio de 2012

ASPP/PSP no 1 de maio no Porto

   A ASPP/PSP, através da sua delegação distrital do Porto, marcou mais uma vez, presença nas comemorações do Dia do Trabalhador.


sábado, 28 de abril de 2012

O trabalho na PSP

image   A ASPP/PSP participou nas comemorações do 25 de Abril e participará também nas comemorações do Dia do Trabalhador

   Os polícias não são alheios à importância destas duas datas e à marca que deixaram na história e na vida dos portugueses. Hoje, temos mais do que razões para darmos relevo à comemoração do Dia do Trabalhador, até porque, em matéria de direitos laborais, a PSP não é exemplo. A forma como tem sido implementado o horário de trabalho é exemplo disso mesmo, nomeadamente com a imposição aos polícias do pagamento em tempo de umas pretensas horas semanais de trabalho que, supostamente, não fizeram entre Julho de 2011 e 31 de Dezembro de 2011. Ou seja, das duas uma, ou os polícias faltaram ao serviço para o qual estavam escalados, e nesse caso deverão ser responsabilizados pela falta, ou a administração não os escalou. Ora sendo esta a razão, não pode vir agora a hierarquia exigir algo por que é a única responsável ao não ter criado um horário mensal completo onde exista o escrupuloso respeito no que toca aos deveres mas também aos direitos, de acordo com a Lei.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

clip_image003Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

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quinta-feira, 26 de abril de 2012

1 maio | DIA DO TRABALHADOR | Av. Aliados - Porto (15H30)



O "Dia do Trabalhador" é um dia simbólico para todos os trabalhadores e para o movimento sindical.

Como sabem, esta data demonstra também um espirito de liberdade, democracia e defesa de direitos sociais.

Demonstra ainda a importância e necessidade de todos os trabalhadores se unirem nessa defesa.

Com os constantes ataques a que os profissionais da PSP têm sido sujeitos, seja por via dos governos "atual e anteriores", seja por via de entidades externas, faz todo o sentido refletir naquilo que queremos e naquilo que estamos disponíveis para fazer para conseguirmos defender aquilo que se entende como melhor para os profissionais da PSP enquanto trabalhadores.

Dia 01 de Maio de 2012 junta-te à ASPP/PSP (Porto) nas comemorações do Dia do Trabalhador, na Avenida dos Aliados, Porto, pelas 15H30.

Pela defesa de uma condição profissional, pelo cumprimento da LEI, por melhores condições de trabalho, por uma segurança pública de qualidade.

"...Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia..."

quarta-feira, 25 de abril de 2012

ASPP/PSP (Porto): 25 abril | 2012


Como tem sido apanágio, a ASPP/PSP (Porto) participou em mais uma comemoração do 25 de abril, na cidade do Porto.

Esta permanente presença é de fulcral valor, na medida em que importa sempre celebrar a Liberdade conquistada e o reconhecimento de direitos fundamentais a todos os portugueses.

No caso particular dos elementos da PSP, como cidadãos, não são, naturalmente, imunes aos recentes atropelos que o povo português tem sofrido.

Assim, esta revindicação é de todos!

Obrigado aos que responderam ao apelo e marcaram a sua presença!

E para sempre recordar…













































































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