sábado, 22 de setembro de 2012
Sempre informado...
Conselho de Delegados
Nesse mesmo dia, irá realizar-se uma sessão de esclarecimento com associados da ASPP/PSP da Divisão Policial de Matosinhos, pelas 16H30.
Os Invisíveis
Muito se
disse sobre a grande manifestação de sábado, quando milhares de portugueses
saíram à rua contra as sufocantes medidas de austeridade. Entre os milhares
estiveram polícias que também sofrem na pele esta austeridade insana que teimam
em impor-nos.http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/paulo-rodrigues/os-invisiveis
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
FORMAÇÃO POLICIAL
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Processo Eleitoral: COMETPOR
Informa-se que no próximo dia 24 de Setembro de 2012, irá decorrer processo de eleição de Delegados Sindicais ASPP/PSP, nas seguintes esquadras/núcleos do COMETPOR;
- 15.ª Esquadra (Foz)
- Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Divisão Gondomar
- 1.ª Esquadra de Trânsito (DT)
- Esquadra de Sinistralidade Rodoviária (DT)
- Núcleo de Formação (NF)
Nesses locais encontrar-se-ão mesas de voto entre as 09H00 e as 17H00.
Aos associados dessas esquadras/núcleos apela-se ao exercicio desse direito e "dever".
A Direção Distrital (Porto)
domingo, 16 de setembro de 2012
A luta de todos
Hoje, qualquer cidadão tem consciência do rumo que o País está a tomar no que diz respeito à vida em sociedade.As políticas impostas têm sido fatais e destruidoras da qualidade de vida, dos direitos, das garantias e das liberdades que em determinado momento e a muito custo foram conquistadas. Cada vez mais estamos perto do passado e cada vez mais sentimos, como no passado, a importância de defender os nossos ideais como indivíduos inseridos numa sociedade moderna.
É nesta conjuntura que o papel dos polícias é complexo, delicado e sobretudo ingrato. Por um lado temos uma missão a cumprir, por outro, o nosso estado de espírito está do lado daqueles que estão a lutar contra a austeridade, até porque os polícias desde Janeiro de 2010 que estão sujeitos a medidas de cortes excepcionais no salário, por via de não aplicação integral do Estatuto Profissional e, por isso, duplamente sacrificados. A tarefa dos polícias no futuro próximo não será fácil e é por isso que se apela a todos os que estão a manifestar-se para que entendam o papel da polícia e, aos polícias, que tenham presente, cumprindo o seu dever, que a luta é de todos e por todos.
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhãhttp://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/paulo-rodrigues/a-luta-de-todos
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
1.º Congresso Português de Criminologia
sábado, 8 de setembro de 2012
Não se compreende
Num determinado momento, uns iluminados produziram legislação, sob a capa do Governo, e consideraram que o funcionamento e missão da PSP eram comparáveis a qualquer outra Instituição Pública.
Retiraram assim a qualidade de corpo especial do Estado à PSP. Sem desprimor pelos outros sectores, a verdade é que existem diferenças óbvias e o tratamento diferenciado não era mais do que dar a possibilidade à PSP de criar regulamentação específica para as especificidades do serviço. Viemos a saber que alguns ainda teimam em não perceber. A esses sugiro que se levantem da cadeira, vistam o uniforme e sujeitem-se à nobre missão da PSP, à disponibilidade permanente, às ocorrências sob o imprevisto, recebam a ira de alguns, trabalhem nos feriados sem direito a qualquer compensação e talvez no final mudem de opinião. A legislação sobre esta matéria é clara, por causa da especificidade da missão os polícias têm menos direitos que qualquer outro trabalhador. Então como ficamos, a missão da PSP é ou não específica? Decidam-se, mas o tratamento igual ou diferente, terá de ser também para os direitos.
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã
sábado, 25 de agosto de 2012
Mudar por dentro
Depois de aberta a discussão sobre as alterações ao Estatuto da PSP, não se pode perder a oportunidade de mudar o actual paradigma da PSP e direccioná-la rumo ao futuro.
Os polícias querem ver nestas alterações algo que reconheça de forma justa o seu trabalho, o seu tempo a desempenhar funções de grande responsabilidade e lhes proporcione uma carreira desde a base.
Não escondemos o cepticismo em relação a estas mudanças. Como pode a PSP tratar dignamente os seus polícias quando menospreza aqueles que, a muito custo, progrediram na carreira e estão ao lado dos que entraram directamente para oficiais? Como pode uma instituição hierarquizada ser discriminatória e criar o estigma da diferenciação entre os que entraram através do Instituto da PSP e os outros, só porque fizeram a progressão interna que a instituição também disponibilizou?
É a melhor altura de corrigir os erros, porque o futuro da PSP não se rege por oportunismos ou discricionariedades intencionais. A Instituição só nos consegue ensinar o valor da justiça nos nossos actos quando pratica connosco actos justos, o que alguns na PSP ainda não assimilaram.
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Correio da Segurança:

É só fazer as contas
Nas próximas semanas passam 300 polícias à pré-aposentação, mas mais do dobro já reúne os requisitos e vai continuar a esperar e a desesperar.
Nenhum polícia deveria estar ao serviço com mais de 55 anos de idade, salvo por vontade do próprio. Para alguns, passar à pré--aposentação aos 55 anos é um privilégio. Claro que não se pensa no desgaste, nos turnos, no risco ou nas débeis condições laborais. Quem, Governo incluído, pensa que ter polícias com mais de 55 anos é um ganho está enganado e desafiamos o ministro das Finanças a fazer as contas. Évisível o envelhecimento do efectivo da PSP, sobretudo no Interior do País, onde gerir efectivo para serviços operacionais é missão impossível. Manter polícias sem capacidades físicas e psíquicas é pagar vencimentos sem retorno, é continuar a olhar paranúmeros e esquecer os da produtividade. Se fizermos uma análise comparativa à PSP antes da alteração à lei, em 2005, e após, concluímos que o resultado é pior. O Estado tem maior despesa e a PSP mais dificuldades na gestão do efectivo. Perde a PSP, perdem os cidadãos e o País.
Correio da Manhã
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/e-so-fazer-as-contas



