PSP obrigada a indemnizar mulheres da limpeza que demitiu
Tribunal do Trabalho considerou dispensa do serviço ilegal e culpa o Estado.Porto: Esquadras sem limpeza
PSP dispensa mulheres da limpeza: Despedidas à beira do Natal
A ASPP/PSP (Distrital Porto) marcou presença no lançamento do livro "MDM 40 anos", pela ocasião do 40º aniversário do Movimento Democrático de Mulheres, que se realizou na FNAC de Santa Catarina, no dia 2010/01/16, onde se debateu o papel deste movimento e o papel da mulher na sociedade.
Com excelentes intervenções, a ASPP/PSP (Porto) não deixou de intervir nesse debate, demonstrando também uma preocupação cívica e disponibilidade para a cidadania, dando-se a conhecer a quem não conhecia, e evidenciando-se aos que já conhecem, mas não neste âmbito.
A importância da presença da ASPP/PSP nestes eventos, demonstra a credibilidade pelos convites recebidos e a solidariedade por todos os movimentos cívicos de defesa e intervenção de cidadania.
Paulo Jorge Santos
Presidente da Direcção Distrital
(ASPP/PSP) Porto
Pela primeira vez na história da PSP foram pagos prémios de desempenho, tal como acontece em qualquer organismo do Estado, mas entre as centenas de premiados só constam elementos que fazem trabalho de secretaria. Ficou de fora o efectivo policial com funções de patrulha, sem qualquer recompensa pelo trabalho prestado.Ler noticia completa (aqui)
Ler esclarecimento da Direcção Nacional da ASPP/PSP referente à noticia supra
ESCLARECIMENTO
(“PSP Paga mais aos burocratas”) CM 11-01-2010
Em relação à noticia publicada hoje (11-01-2010), no Jornal Correio da Manhã, com o titulo “PSP paga mais aos burocratas” identificando os profissionais da PSP a desempenhar funções nos serviços administrativos, como os únicos a terem sido contemplados com o direito a receber os prémios de desempenho em 2009, vimos por este meio denunciar a gralha, da responsabilidade do autor, plasmada no referido diário e referente à noticia acima identificada.
Onde refere serviços burocráticos ou administrativos, deveria constar em serviços desempenhados por funcionários da PSP sem funções policiais (na gíria, Civis do quadro da PSP).
Assim, a ASPP/PSP esclarece que a indignação se reflecte no facto dos profissionais da PSP (todos os Polícias, independentemente do serviço que desempenham) não terem sido contemplados, em 2009, com os prémios de desempenho, ao contrário dos funcionários do quadro da PSP sem funções policiais.
11-01-2010
A Direcção Nacional da ASPP/PSP
O presidente da ASPP concorda com a tese de existirem muitos sindicatos na PSP. À TSF, Paulo Rodrigues disse que esta situação foi criada pela lei sindical de 2002 que teve como objectivo dividir a ASPP e que está agora a criar problemas na PSP. (ler mais)
Paulo Rodrigues recordou que proliferação de sindicatos ocorreu após lei sindical de 2002
Paulo Rodrigues denuncia que há sindicatos que não têm representatividade
Olhando para o País actual em matéria de segurança, apercebemo-nos facilmente de que estamos perante o aumento da criminalidade em todas as suas vertentes.
Em apenas quatro anos, 35 patrulheiros de moto da PSP de Lisboa e Porto sofreram ferimentos graves em acidentes de serviço. A culpa, segundo a Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP), é da falta de protecção dos fatos que usam.
Na Divisão de Trânsito da PSP de Lisboa, cuja esquadra de motos tem 50 elementos, a ASPP contabilizou 20 acidentes, todos de gravidade, entre 2006 e 2009. No Porto, por seu turno, a ASPP assegura que 15 motards da PSP sofreram acidentes no mesmo período. "Ainda se patrulha com a mesma farda do que os elementos que trabalham apeados ou de carro", explicou ao CM Paulo Rodrigues, presidente da ASPP. "Já pedimos que sejam compradas novas fardas com protecção para a coluna", acrescentou.
Fonte oficial da PSP disse ao CM que a direcção da Polícia comprou recentemente botas para os patrulheiros, e que está a ser estudado um novo fato para o serviço destes agentes.
Fonte CM de 2/01/2010
Inicia-se um novo ano e espera-se sempre que seja melhor que o transacto.
Desejo-vos antes de mais, que 2010 seja um ano favorável ao nível pessoal, familiar e profissional.
Pretendo que neste novo ano e na perspectiva daquilo que nos une, que é a dedicação a uma causa louvável de interesse colectivo, no intuito da melhoria das condições de trabalho de todo o efectivo, haja interesse, convicção e dedicação.
Sabendo que nesta data, se inicia um novo ciclo, com um novo Estatuto Profissional, com dificuldades que já se arrastam há algum tempo, com indícios sociais que poderão agudizar a prática do crime, com uma envolvente sociológica, cultural, judicial, de valores e educação pouco favoráveis ao desempenho da actividade policial, temos de estar à altura da resposta a esta realidade. E como ? Acreditando que a força da razão está do nosso lado, acreditando que só unidos poderemos evidenciar essa força, informando-nos cada vez mais e melhor, evidenciando profissionalismo, seriedade, frontalidade, reivindicando com convicção, determinação e bom senso.
Apelo para que façam chegar o máximo de informação acerca de problemas que afectem os profissionais em cada Esquadra/Secção, apelo para que divulguem pelos associados toda a informação/intervenção e trabalho desenvolvido, apelo para que elucidem os não-associados da diferença da ASPP/PSP e da necessidade de se juntarem a nós.
Apelo ainda para que combatam a apatia e indiferença, a contra-informação e desinformação criada por alguns que correm sem rumo, apelo para que participem nas iniciativas e que no dia-a-dia defendam e elucidem os desatentos para a realidade da Polícia de hoje, que apesar de tudo, ilustra vitórias invisíveis mas factuais.
Não deixem que a esperança se perca...
Um excelente 2010.
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Paulo Jorge Santos
Presidente da Direcção Distrital
(ASPP/PSP) Porto
O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Rodrigues, disse que os polícias que trabalham nos programas de policiamento de proximidade, como escola segura, comércio seguro e apoio ao idoso, vão deixar de receber o suplemento, que se traduz na perda de 110 euros no salário.
A Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP) já afirmou que para compensar estes agentes vai ser pago um suplemento de piquete, mas Paulo Rodrigues considerou que «não se pode colmatar uma falha com uma solução que não é viável».
A ASPP, sindicato mais representativo da PSP, criticou ainda o diploma por «não contabilizar» o tempo de serviço, sendo os polícias que estão nas categorias de agente principal e chefe os mais prejudicados.
Os novos estatutos dos profissionais da PSP e dos militares da GNR entram hoje em vigor, com a contestação dos sindicatos da Polícia e associações socioprofissionais da Guarda.
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