sábado, 17 de abril de 2010

A verdadeira intromissão

duo   

      Na entrevista que o Sr. Director Nacional da PSP deu ao CM referiu que os sindicatos se intrometem em questões operacionais. Quais?

    Falar na falta de efectivo e no prejuízo que causa aos Polícias, levando-os a sobrecargas horárias; ou no facto de não haver equipamentos suficientes e adequados; ou na não utilização de equipamentos específicos, que obrigam os agentes a encontrar soluções para falhas que não são sua responsabilidade, é intrometermo-nos em questões operacionais? E dizer que a antiguidade no posto é respeitada ao nível dos oficiais e desrespeitada para os outros? Indignarmo-nos com o fosso salarial e de direitos entre dirigentes da PSP e restantes categorias, que cresceu com o actual estatuto, a que DN da PSP não se opôs? A verdade é que, em matéria de intromissão, a DN é um péssimo exemplo. Quantas vezes desrespeita e altera a Lei que os deputados aprovam na AR, sempre em desfavor dos profissionais? Por exemplo, nas férias, horários ou subtracção de parte dos subsídios? Nós sabemos que o que realmente incomoda é a existência de sindicatos. Mas, goste--se ou não, a ASPP/PSP continuará o seu trilho, para bem dos profissionais e do serviço público.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

[clip_image001[4].jpg]Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Objectivos

logo_sic   PSP sente-se reprimida por ter que apresentar valores mínimos de multas e detenções

PSP obrigada a andar na 'caça à multa'

Não há um documento oficial, mas a ordem é transmitida verbalmente aos polícias. Todos os meses, cada agente tem um valor mínimo para atingir em multas, detenções, carros a bloquear ou rebocar, testes de álcool e outras operações.

link para a noticia

 logo_dn2

PSP impõe mínimos de multa e de detenções
Paulo Rodrigues receia a caça à multa: "É natural que os comandantes passem a mensagem ao efectivo para que contribua para este calendário, pois todos têm ...

Diário de Notícias - Lisboa

sábado, 10 de abril de 2010

O peso das Penas

www.aspp-psp.pt

   Entrou em vigor o novo Código de Execução de Penas e fomos de novo confrontados com o peso das finanças na vida da segurança do País.

    Compreendemos que o Estado tenha de se preocupar com a reintegração dos reclusos na sociedade, mas não pode fazê-lo desvalorizando o crime que cometeram, nomeadamente os mais graves, e a importância do cumprimento da pena que lhes foi aplicada.

   A título de exemplo, um indivíduo que cometa o crime de homicídio contra um agente de autoridade e lhe seja aplicada uma pena de 12 anos, após três pode cumprir os restantes nove em regime aberto no exterior, sem vigilância. Esta medida significa a desvalorização do acto cometido, restando-nos esperar que não se repita. É verdade que os reclusos têm direitos e devem ser respeitados, mas esta postura não pode pôr em causa o respeito pelos direitos dos cidadãos cumpridores das regras da nossa democracia.   Um cidadão cumpridor é diferente de um não cumpridor e esta diferença tem de ser levada a sério, até pelo respeito à vítima.

   Este novo código não só aumenta os sentimentos de impunidade e insegurança, como fragiliza o equilíbrio que a justiça deve ter na sociedade. Independentemente de tudo, nós, polícias, temos uma certeza: o resultado sobrará sempre para nós

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

[clip_image001[4].jpg]Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

sábado, 3 de abril de 2010

Páscoa Feliz

Páscoa Feliz

Em protesto

Paulo Rodrigues     A ASPP/PSP marcou uma manifestação para 27 de Maio. Apesar de preferirmos o diálogo, o facto é que o Governo nos tem empurrado para este panorama.

    Em Novembro de 2009, a ASPP/PSP apresentou ao MAI as suas propostas sobre os artigos do estatuto que necessitam de ser alterados, não só para que os profissionais adquiram a dignidade que merecem, mas também para que as injustiças internas sejam ultrapassadas, em benefício do serviço prestado.

    A importância da criação de mais um posto nos Agentes, a adequação da categoria de Chefes à realidade da hierarquia e a criação de mecanismos para a promoção dos Subcomissários provindos da categoria de Chefes, com 10 ou mais anos de carreira, são algumas das matérias a introduzir, com urgência, no estatuto profissional.

    Também não admitimos que os polícias não possam, contrariamente aos outros sindicatos da Função Pública, negociar os seus aumentos salariais. Sobre esta matéria, em resposta a este sindicato, a Provedoria de Justiça já comunicou ao MAI a necessidade de convocar os polícias para a negociação colectiva, mas, até ao momento, o Governo continua a não cumprir. Esperamos que o MAI altere a sua postura, para que não seja necessário ver, mais uma vez, os polícias em protesto

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

[clip_image001[4].jpg]Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Polícias querem novos horários de trabalho

Estatuto    Os polícias querem um modelo de horário de trabalho que não ultrapasse as 36 horas semanais e garanta o descanso entre serviços. Isto mesmo foi transmitido pela Associação Sindical da Polícia (ASPP/PSP) à Direcção Nacional da PSP, que reuniram esta quinta-feira.

    No final do encontro, o presidente da ASPP/PSP, Paulo Rodrigues, afirmou que a reunião correu bem e que "as sugestões foram bem acolhidas", sendo que as duas partes admitiram ser benéfico para os serviços que, sempre que os horários sejam alterados, os comandos falem com os interessados e haja uma negociação com os sindicatos.

   Paulo Rodrigues sublinhou que o que os polícias querem é que a lei seja respeitada, "algo que no passado não aconteceu quando alguns responsáveis de departamentos alteravam os horários como bem entendiam, sem respeito pelos profissionais".

    O presidente da ASPP/PSP sublinhou que aquilo que se pede não é "um horário que ponha em causa a missão da Polícia de Segurança Pública", mas sim um tempo de "descanso adequado".

Noticia em CM

Polícias em manifestação em Maio caso Governo insista no estatuto profissional

  Print     A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) agendou uma manifestação para 27 de Maio e ameaça cumprir caso o Governo não ceda nalguns pontos do estatuto profissional. A associação admite que o ministro da Administração Interna mostrou-se disponível para alterar esses pontos em Novembro de 2009 e em Fevereiro de 2010, mas sublinha que o Governo não fez nada até agora. Paulo Rodrigues, da ASPP, explicita quais são os motivos dos agentes

quarta-feira, 31 de março de 2010

ASPP agenda manifestação de polícias para 27 de Maio caso Governo não altere estatuto profissional

Lusa

    A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) decidiu hoje marcar para 27 de Maio uma manifestação de polícias, em Lisboa, caso o Ministério de Administração Interna não altere alguns artigos do novo estatuto profissional.

    "Se até 27 de Maio, o Ministério da Administração Interna não reunir com a ASPP e não apresentar propostas concretas no sentido de alterar" alguns artigos do estatuto profissional, que entrou em vigor no passado dia 01 de Janeiro, os polícias vão manifestar-se em Lisboa, disse à agência Lusa o presidente da ASPP, que hoje esteve reunida em assembleia geral.

    A principal reivindicação da ASPP, estrutura sindical mais representativa da Polícia de Segurança Pública (PSP), está essencialmente relacionada com a progressão das carreiras.

De Célia Paulo (LUSA)

sábado, 27 de março de 2010

O RASI

PR   O MAI apresentou, durante esta semana, o Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), anunciando uma diminuição da criminalidade. A verdade, ao analisar o relatório, é que nos 18 distritos e nas duas regiões Autónomas percebemos que em 13 o número de participações aumentou, como aumentaram os raptos, violações, violência juvenil e crimes cometidos por gangs.

  Apesar de continuarmos a acreditar que Portugal ainda é um país seguro, a verdade é que temos obrigação de estar atentos, e não é tentando esconder a realidade que se faz um melhor serviço à população, bem pelo contrário.

   Neste momento, é imprescindível uma política de segurança interna consistente, uma política projectada a longo prazo e envolvendo nas decisões os efectivos da diversas Forças e Serviços de Segurança. A verdade é que, nos últimos anos os profissionais, nomeadamente aqueles que todos os dias se confrontam com a realidade da insegurança, têm sido esquecidos, sem reconhecimento pelo trabalho que desenvolvem e riscos que correm, levando muitas vezes à instabilidade interna das instituições.

   Não tenhamos dúvidas que, se o Governo apoiar e se preocupar mais com os profissionais, os resultados serão muito mais visíveis.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

[clip_image001[4].jpg]Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

sexta-feira, 26 de março de 2010

Polícias defendem reforço de meios

fotoPolícias defendem reforço de meios

       O presidente da associação, Paulo Rodrigues, diz que apesar de uma ligeira diminuição em 2009, os índices de insegurança e criminalidade violenta permanecem 

RR-Noticia completa e áudio aqui

Videos diversos

>