quarta-feira, 19 de maio de 2010

Associação sindical consternada com promoção de dirigentes da PSP

   Depois da promoção de dirigentes da PSP a uma categoria superior, a ASPP antecipa protestos garantindo que as promoções não são por mérito mas pela aplicação do novo estatuto

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O jornalista Rui Tukayana falou com Paulo Rodrigues, da ASPP, sobre as promoções de dirigentes da PSP

    A publicação de uma lista com 91 nomes de dirigentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) promovidos a uma categoria superior está a provocar uma onda de consternação.

   A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) antecipa protestos garantindo que estas promoções nada têm a ver com o mérito, resultando apenas da aplicação do novo estatuto profissional.

Noticias completa (aqui)

PSP: sindicato critica graduação de dirigentes

ASPP lamenta que os agentes e chefes sejam desvalorizados

      A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) contestou a graduação em categoria superior de uma centena de dirigentes da PSP, acusando o Governo de desprezar o trabalho de agentes e chefes, «o motor da instituição».

       «O Governo tenta assim fazer na PSP o que está a ser feito em sectores empresariais com a participação do Estado, em que sobrevaloriza uns, retribuindo o mérito, em detrimento dos principais responsáveis pela imagem da instituição junto da população», afirma o sindicato, em comunicado.

    Segundo a ASPP/PSP, foi publicada esta quarta-feira uma lista de uma centena de dirigentes que serão graduados em categoria superior, devido às alterações introduzidas no Estatuto Profissional da PSP, contestado pelas estruturas sindicais.

   «Estranha-se que o Governo não tenha implantado a mesma doutrina para os agentes e agentes principais que estão a desempenhar funções de conteúdo funcional das categorias superiores há vários anos, não sendo graduados para tal. O mesmo sucede com muitos chefes que há largos anos desempenham funções que fazem parte do conteúdo funcional superior e que também não foram contemplados», lamenta a associação.

   No comunicado, a ASPP/PSP realça que o Ministério da Administração Interna «foi mais célere» a regulamentar aquela medida do que todas as outras previstas no estatuto, «incluindo o adiamento constante da publicação das listas para promoção de agente para agente principal e de subchefe para chefe».

   «A ASPP/PSP considera estas medidas tremendamente injustas para com chefes e agentes, mas permitem perceber que o que o Governo pretende é fidelizar as cúpulas da PSP para voltar a um modelo ultrapassado de subserviência em relação a postos subalternos», lê-se no comunicado.

    in TVI24  de 19/05/2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

27 de Maio – MANIFESTAÇÃO DE POLÍCIAS

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ASSOCIAÇÃO SINDICAL DOS PROFISSIONAIS DA POLÍCIA

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Membro efectivo do

Conselho Europeu dos Sindicatos de Polícia

(ONG no Conselho da Europa)

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Caros Colegas:

Como é do conhecimento geral, a ASPP/PSP agendou uma Manifestação de Polícias para o dia 27 de Maio, em Lisboa, com concentração no Marquês de Pombal pelas 17h00. Antes de mais, a ASPP/PSP esclarece que esta jornada de luta está aberta a todos os Profissionais da Polícia de qualquer categoria profissional, sejam ou não sindicalizados.

Colegas:

É indesmentível o ataque severo que os governos recentes têm praticado em relação aos Profissionais da PSP. Desde as alterações à aposentação e pré-aposentação, passando pelo SAD/PSP, sem esquecer a confusão geral instalada na Instituição com a aprovação de um Estatuto Profissional impossível de regulamentar, que entrou em vigor a 1 de Janeiro mas ainda não foi aplicado, como se pode verificar pela não finalização do processo concursal para Agentes Principais, Chefes e classe de Oficiais, passado mais de um ano; a não conclusão do regulamento de atribuição do fardamento; a confusão criada na escala de transferências, em que muitos profissionais da UEP não sabem qual a sua situação; a confusão criada com o processamento de suplementos remuneratórios e a dificuldade na regulamentação de um horário de trabalho para a PSP.

Não podemos continuar a pactuar com este tipo de atitudes, de quem nunca quis ouvir os Profissionais da Polícia, procurando reduzir os processos negociais a meras formalidades.

Está na altura de os Profissionais da Polícia dizerem “BASTA!” à forma como são tratados por este Governo, como cidadãos de segunda, com menos direitos e mais deveres.

A ASPP/PSP acredita que nesta, como noutras alturas, os Profissionais da PSP saberão dar uma resposta ao Governo que seja bem demonstrativa da sua revolta e indignação.

UNIDOS POR UM ESTATUTO PROFISSIONAL DIGNO

A DIRECÇÃO NACIONAL DA ASPP/PSP

 

Faça Download do comunicado (aqui)

sábado, 15 de maio de 2010

Missão cumprida

 PSP Visita PAPA    Os cidadãos podem orgulhar-se dos profissionais das forças de segurança, nomeadamente da PSP, que, com profissionalismo, dignificaram o País e a sua imagem, numa altura que o Mundo tinha os olhos postos em Portugal.

    Atitude frequente dos polícias, que colocam à frente da sua própria vida o serviço público. Esta forma de trabalhar, o empenho e o espírito de missão não é rara, bem pelo contrário, mas convém não a deixar morrer.

    É este espírito que é importante manter no seio da PSP, numa altura em que o País enfrenta uma crise económica e financeira, com tendências naturais a alterações sociais onde todas as situações devem equacionar-se, o trabalho da PSP assume uma importância considerável. Manter o equilíbrio, prevenir e assegurar o bem-estar dos cidadãos obriga a que os polícias se sintam apoiados, seguros e, sobretudo, motivados.

    Requisitos que não fazem parte da percepção dos profissionais, impondo-se uma análise profunda e séria por parte do Governo, pela forma como tem conduzido as questões socio--profissionais dos polícias, através do estatuto profissional da PSP que entrou em vigor no início deste ano e que, apesar de não ter ainda produzido efeitos, já se percebem as injustiças e as contrariedades que este diploma vai trazer aos polícias.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

[clip_image001[4].jpg]Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

terça-feira, 11 de maio de 2010

Papa: Polícias ficam sem folgas

Visita do Papa a Portugal (LUSA) ...«Este dia de trabalho não é compensado, tendo em conta que a Direcção Nacional da PSP apenas troca o dia da folga, ficando assim os profissionais prejudicados no dia de descanso pelo trabalho anteriormente realizado e a que já tinham direito», diz a ASPP em comunicado...

...«Mais uma vez se prova que o Governo e os dirigentes da PSP estão mais vocacionados em reduzir direitos ou compensações aos polícias em vez de tentar encontrar mecanismos para os motivar no sentido de melhorarem a sua prestação de serviço público»...

(...) os Agentes que estavam de serviço neste dia [11MAI2010] não vão ser compensados (...)

IOL DIÁRIOLer noticia completa aqui

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sábado, 8 de maio de 2010

21 de Abril de 1989- Para memória do presente


    Reportagem/Entrevista efectuada ao Presidente da Direcção nacional da ASPP/PSP no programa Perdidos e Achados da SIC, há 2 anos, e por ocasião da comemoração da data de 21 de Abril de 1989, que ficou celebre como os " Secos e Molhados".
Após ver e ouvir a reportagem, fica-nos a certeza de termos de fazer ouvir a nossa voz.
Faz também ouvir a tua no dia 27 de Maio.
Junta-te a nós na Praça Marquês do Pombal em Lisboa, pelas 17H00

A história repete-se

aspp/psp    Os cidadãos católicos esperam com entusiasmo a visita do Papa a Portugal, da mesma forma como os profissionais da PSP esperam que toda a segurança que envolve este evento demonstre, mais uma vez, o profissionalismo dos polícias portugueses.

Como é habitual, mais uma vez, os polícias vão dar o seu melhor, trabalhar as horas que forem necessárias, sob as condições atmosféricas possíveis e desenrascar da forma mais airosa as deficientes condições de trabalho para dignificarem a PSP e o País. No fundo, da mesma forma que tem acontecido em todos os eventos.

Pena é que o Governo não reconheça esse empenho. Ao contrário, ainda tenta reduzir a despesa sem olhar aos prejuízos que possa trazer aos profissionais. Como exemplo, polícias de Viseu estão convocados para se deslocarem a Coimbra para ajudar na segurança durante a Queima das Fitas, realizando trabalho nocturno, mas obrigando-os a fazer o trajecto para Viseu após o serviço realizado, unicamente para não pagar as míseras ajudas de custo. No entanto, ninguém se preocupa se esses profissionais, bem como o condutor da viatura, estão em condições, depois de uma noite de trabalho, para fazerem a viagem. É caso para perguntar, de quem é a responsabilidade se acontecer um acidente?

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

[clip_image001[4].jpg]Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

segunda-feira, 3 de maio de 2010

sábado, 1 de maio de 2010

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