"Há agentes a vestir-se nos gabinetes de trabalho dos colegas. Há esgotos entupidos com frequência, obrigando os polícias a usar os quartos de banho dos cafés. E, sempre que chove, há água dentro das instalações. A Divisão de Trânsito da PSP está "no limite".
terça-feira, 13 de julho de 2010
Esquadra degradada no Porto-Divisão de Trânsito
"Há agentes a vestir-se nos gabinetes de trabalho dos colegas. Há esgotos entupidos com frequência, obrigando os polícias a usar os quartos de banho dos cafés. E, sempre que chove, há água dentro das instalações. A Divisão de Trânsito da PSP está "no limite".
domingo, 11 de julho de 2010
Um suicídio e uma tentativa em dois dias nas forças de segurança
Um agente da PSP pôs anteontem, quinta-feira, termo à vida. Ontem, sexta-feira, foi a vez de um militar da GNR tentar fazê-lo. As associações alertam para a organização e pressão da profissão, que, mesmo indirectamente, acabam por se reflectir na vida pessoal dos elementos…
“O exercício profissional é muito exigente” a nível emocional e psicológico, diz Paulo Rodrigues
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Eternamente à espera
Este ano entrou em vigor o novo estatuto da PSP. Surpreendente é que, passados seis meses, as alterações verificadas ainda não estejam regulamentadas, no que respeita a carreiras, postos e posições remuneratórias.
A dificuldade da PSP em aplicar o diploma não é novidade, o que não se percebe é que esse embaraço não seja explicado aos polícias. Hoje, os profissionais desconhecem se continuam a evoluir horizontalmente em escalões ou posições remuneratórias, quando e como podem progredir, se existe ou não a categoria de Subchefes, se a utilização de divisas correspondentes ao posto e a sua denominação é legal, o porquê da demora na promoção e qual o modelo de atribuição do suplemento de fardamento.
No fundo, os polícias desconhecem quase tudo da sua situação profissional. Cremos que a DN/PSP está a fazer os esforços necessários para ultrapassar estas questões. Esperamos é que este longo período não sirva apenas para regulamentar as alterações que se traduzem em injustiças, como aconteceu com o modelo de processamento dos suplementos, e esqueça aquelas que, apesar de pontuais, traduzem alguma justiça e compensação aos polícias. Exigimos, simplesmente, ser esclarecidos.
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã
terça-feira, 6 de julho de 2010
PSP tem 36.000 multas para passar no Porto
Os cerca de três mil agentes que trabalham no Comando da PSP do Porto têm de passar 1607 multas a arrumadores de automóveis até ao final do ano.
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domingo, 4 de julho de 2010
Polícias vestem-se em andar alugado- Esquadra do Viso
sábado, 3 de julho de 2010
Parabéns aos polícias
Comemorou-se ontem o 143º aniversário da PSP. Estão de parabéns a Instituição e os profissionais que estiveram e estão ao serviço da Polícia.
Se a PSP foi criada pela necessidade de assegurar o normal funcionamento do País em matéria de segurança, é hoje um alicerce fundamental para a sociedade democrática. É verdade que a PSP, durante muitos anos, não acompanhou a evolução da sociedade, mas não é menos verdade que, recentemente, a Polícia deu passos importantes.
Hoje, todos reconhecemos que a Polícia tem profissionais de mérito inquestionável. Mas se houve grandes progressos nas últimas décadas, ao nível da qualidade da formação dos recursos humanos, já não podemos dizer o mesmo em relação às condições de trabalho, modelos de policiamento, comunicações, instalações, viaturas, equipamento de protecção e manutenção dos direitos dos Polícias, como não houve grande evolução nas mentalidades dos que têm o poder de decisão, ao nível governamental e dentro da Polícia.
Foram 143 anos árduos, uma história repleta de simbolismo, que esperamos que possa continuar durante muitos mais, nunca esquecendo que a PSP só existe porque existem cidadãos que gostam de ser Polícias. E são precisamente esses que a PSP não pode esquecer.
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã
Apenas PS rejeita saída da PSP da Lei 12-A/2008
Cerca de uma centena de Dirigentes, Delegados e Associados da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia – ASPP/PSP, estiveram presentes nas galerias da Assembleia da República para assistirem ao debate da petição que exige a não aplicação à PSP da Lei 12-A/2008, que regula vínculos, carreiras e remunerações da Função Pública.
Leia comunicado (aqui)
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Agressões a polícias subiram para o dobro em 5 anos
por VALENTINA MARCELINO
Um estudo interno à vitimação policial na PSP mostra que nunca houve tantos agentes atacados.
Nos últimos cinco anos, as agressões contra agentes da PSP subiram para o dobro. Em 2005 foram 166 e em 2009 o número escalou para os 339 casos. Desde 2006 que a curva de evolução desta realidade é ascendente. Este é o valor registado num inquérito interno que a PSP realizou para aprofundar o conhecimento desta realidade, o primeiro do género alguma vez realizado no País….
O presidente do maior sindicato da PSP, a ASPP (Associação Sindical de Profissionais de Polícia), "louva" a realização deste estudo. Paulo Rodrigues acredita, contudo, "que os números deste inquérito pecam muito por defeito, pois há uma grande parte dos polícias agredidos que não dá conhecimento à hierarquia nos casos menos graves". Defende uma "alteração ao modelo de policiamento para um apoio mais eficaz aos patrulheiros. As equipas de intervenção rápida foram criadas para isso, mas têm sido mais utilizadas na fiscalização de trânsito".
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Direcção da PSP vai responsabilizar comandos
Os comandantes vão ter de apoiar mais os agredidos e vai ser feita avaliação de risco às intervenções policiais via 112…
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37% dos agressores condenados
O inquérito da PSP analisou também as consequências judiciais para os agressores. Na maioria dos casos (85,8%) foram detidos. Os restantes 14,2% em que a detenção não aconteceu são, de acordo com fonte oficial da PSP, "na maior parte os casos, as agressões grupais em que há mais dificuldade em identificar os agressores".
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Governo tem de ter "coragem" para encerrar esquadras que são apenas postos de atendimento - ASPP
De Margarida Cotrim (LUSA)
Defesa Nacional e Segurança Interna: a confusão
Temos assistido, nos últimos tempos, a uma discussão cada vez mais acesa sobre o envolvimento das Forças Armadas (FA) no actual quadro do sistema de segurança interna. Este debate é importante, mas mais importante é realizá-lo com imparcialidade e despido de tendências, sejam elas políticas ou não, e que abranja todos os cidadãos, desde o mais notável ao mais comum… (mais)
por PAULO RODRIGUES, Presidente da Direcção Nacional da ASPP/PSP
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