sexta-feira, 30 de outubro de 2009

PSP: Chamadas de carros de patrulha em fila de espera

image

      “Já vai para ai o carro-patrulha. A senhora tem de aguardar”. O pedido repetiu-se vezes sem conta, tantas quantas as chamadas incessantes atendidas por um polícia paciente. Do outro lado da linha estava uma mulher em pânico face ao barulho preocupante e de desavenças que vinha da casa do vizinho.
A situação, presenciada pela reportagem do GRANDE PORTO num esquadra da Área Metropolitana acontece amiúde em vários postos da PSP, a julgar pelos relatos de agentes que não sabem o que fazer. “Há uma enorme falta de efectivos na PSP e isso faz com que trabalhemos sempre em situações limite”, diz Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP). Na situação, o carro patrulha, de uma esquadra que o GP não revela a pedido dos agentes de serviço, tinha mais ocorrências na lista.( ler em Grande Porto Semanário)

Reportagem SIC- Nós por Cá

Material precisa-se: Agentes da PSP pagam equipamento do próprio bolso

PSP tem falta de algemas e de coletes anti-bala

Por A Bola de 30/10/09

O chefe máximo do Comando da PSP de Lisboa, Jorge Barreira, assumiu que aquela força está com falta de algemas e coletes anti-balas, entre outros equipamentos considerados essenciais para a protecção pessoal de cada polícia.
O superintendente assina um ofício – a que o Diário de Notícias teve acesso – onde contradiz a garantia dada, há pouco meses, pelo Director Nacional da PSP. O superintendente Oliveira Pereira disse então que não faltava «nenhum equipamento».(nota abaixo)
O ofício surge como resposta a requisições dos materiais e confirma as últimas reivindicações de vários agentes. «Foram enviados pedidos de vários comandos, principalmente para o de Lisboa, onde essa insuficiência tem sido mais notada», sublinhou o presidente da Associação Sindical de Profissionais da Polícia.
Paulo Rodrigues garante que «a declaração do Director Nacional a dizer que estava tudo bem provocou uma espécie de corrida ao material em falta». Esta resposta, considera o sindicalista, «contradiz aquilo que o Director tinha afirmado»

Assuntos relacionados:

Material é adequado às necessidades

O director nacional da PSP, Oliveira Pereira, garantiu, em declarações à imprensa em Julho, que não faltava "nenhum equipamento" de protecção pessoal aos agentes da polícia. "Nenhum homem sob o meu comando ou direcção corre perigo de vida por falta de equipamento", afirmou.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

AG - ASPP/PSP - Assembleia-geral Ordinária - Alteração de local

 

sábado, 24 de outubro de 2009

Imprensa –Estatuto Profissional-CM 24/10/09

CM Discurso directo

“Envelhecimento será catastrófico para PSP”

Paulo Rodrigues, presidente ASPP/PSP fala ao CM sobre o pedido de reunião com todos os grupos parlamentares.

Correio da Manhã – Marcou reuniões com todos os grupos parlamentares para alterar o Estatuto da PSP, em vigor desde 14 de Outubro. Foram aceites?

Paulo Rodrigues – Algumas das reuniões já estão agendadas para dias 28 e 29 deste mês. Outros grupos parlamentares ainda não definiram os responsáveis por esta área, pelo que ainda não estão marcadas. Mas todos aceitaram discutir o assunto.

Também solicitaram uma reunião com o Ministério da Administração Interna (MAI)?

– Ao MAI ainda não pedimos, só depois de tomar posse [na segunda--feira]. E depois do primeiro encontro, que servirá apenas para apresentar cumprimentos.

O que exigem mudar no Estatuto da PSP?

– É importante excluir a PSP da Lei 12-A [que equipara a PSP à Função Pública]. A PSP é diferente dos outros sectores do Estado. Também exigimos a revisão das tabelas remuneratórias, que têm de ser revistas, a alteração na forma de contabilizar o tempo de serviço, mudanças nos Serviços de Apoio à doença e a atribuição do subsídio de risco. É também urgente mudar as regras da pré-aposentação. Se forem mantidas, o envelhecimento dos agentes será catastrófico para a instituição.

O Governo é novo, mas o Ministro da Administração Interna é o mesmo. Julga que algo vai mudar nesta legislatura?

– Sim. O contexto político actual é diferente. A Oposição, que na altura da discussão do Estatuto concordou connosco, tem agora uma enorme responsabilidade. É o momento adequado para pedir a revisão do Estatuto.

Caso não consigam alcançar os vossos objectivos, avançam para a luta?

– Acreditamos que o diálogo irá resolver, mas, se não resultar, estamos preparados, e todas as formas de luta estão em cima da mesa.

in Correio da Manhã 24/10/09

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Imprensa-Estatuto Profissional-Reacções

ASPP/PSP pede que Rui Pereira altere as políticas na área das polícias O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia espera que o ministro da Administração Interna altere as políticas que levou a cabo durante a vigência do anterior Governo. Paulo Rodrigues pede a Rui Pereira que altere as condições de trabalho dos agentes da PSP, de forma a dar-lhes mais motivação.

 DN 23-10-09JN 23-10-09

JN

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  TVI24     Rui Pereira tem que «alterar radicalmente política»

Associação Sindical dos Profissionais da Polícia que ministro «corte com as políticas de restrições de direitos»

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) disse esta quinta-feira que o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, tem que «alterar radicalmente a política» de segurança desenvolvida no anterior Governo.(ler +)

in TV24-23/10/09

Comunicado-Estatuto Profissional

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia – ASPP/PSP – solicitou hoje, dia 22 de Outubro, reuniões de urgência com todos os Grupos Parlamentares representados na Assembleia da República para esta Legislatura, onde será solicitada a apreciação parlamentar do Estatuto Profissional da PSP, publicado em Diário da República no passado dia 14 de Outubro.
Comunicado-Estatuto Profissional 22/10/09

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Noticia CM-22/10/09-Esquadra Santo Tirso

Notícia

Relativamente a esta noticia,

A ASPP/PSP informa que, ao tomar conhecimento da pretensão e mal estar na Esquadra de Santo Tirso, inteirando-se a ASPP/PSP dos factos, encetou as seguintes diligências:

-Reuniu com o efectivo da Esquadra, auscultando os elementos, recolhendo argumentos e dados sobre a situação.

-Deu a conhecer toda a situação ao COMETPOR, tentando uma especial atenção para a resolução do problema.

-Já anteriormente havia reunido com o Sr. Comandante da Divisão de Vila do Conde, onde transmitiu as especificidades, quer geográficas, quer funcionais e operacionais, entre outras, e alguma sensibilidade na compreensão e gestão.

-Igual procedimento foi encetado numa reunião com os responsáveis pelo COMETPOR, assim como posteriormente, aquando do despoletar da pretensão de pedido de transferência.

-Fruto destas diligências, foi-nos informado pelos responséveis pelo COMETPOR que ficavam atentos com o desenrolar da situação, comprometendo-se a gerir essa situação.

Neste sentido, a ASPP/PSP, através do Presidente da Direcção Distrital (PORTO), bem como o Delegado Sindical, esteve reunido com a Esquadra de Santo Tirso, dando conhecimento das diligências encetadas, solicitando alguma compreensão e bom senso no sentido de evitar consequências negativas que poderiam advir de tal pretensão, transmitindo o acompanhamento do processo e evidenciando disponibilidade para ajudar a resolver a situação.

A ASPP/PSP informa que, encontra-se disponivel para ajudar a resolver situações em que os elementos da Esquadra de Santo Tirso necessitem, solicitando que façam chegar todas as informações necessárias e fundamentadas dessas situações.

Com os melhores cumprimentos.

--
Paulo Jorge Santos
Presidente da Direcção Distrital
(ASPP/PSP) Porto

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Reacções 2

Correio do Minho - Noticias A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) disse hoje que vai continuar 'a lutar por um estatuto digno' e lamentou que o diploma publicado em Diário da República 'não contabilize' o tempo de serviço. 'Vamos lutar por um estatuto profissional digno', disse à agência Lusa o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, adiantando que vai entregar na Assembleia da República, no início da legislatura, uma petição para alterar a Lei 12-A, legislação que equipara os profissionais da polícia ao regime de vínculos, carreiras e remunerações da função pública.
Leia mais em Correio do Minho (aqui)

Videos diversos

>