quinta-feira, 12 de Novembro de 2009
quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Eleições de delegados sindicais-Alteração
Relativamente ao processo eleitoral que se vai realizar no próximo dia 03 de Dezembro de 2009, para eleição de Delegados Sindicais, a Direcção Distrital do Porto, vem por esta via informar que, a 7.ª, 9.ª e 13.ª Esquadras não vão ser sujeitas a esse processo, por motivos de orgânica e reorganização do efectivo.
Relativamente ao processo eleitoral a realizar na Esquadra de Turismo e dada a capacidade física do espaço, será o processo realizado através de mesa ambulante, durante duas horas, entre as 12H00 e as 14H00.
(ver nota)
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
ELEIÇÕES PARA DELEGADOS SINDICAIS
Como é do conhecimento dos associados da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia-ASPP/PSP, alguns Departamentos do COMETPOR não possuem representantes sindicais da ASPP/PSP.
Assim, para colmatar tal falta, a Direcção Distrital da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia-ASPP/PSP, decidiu levar a efeito eleições, no dia 03 de Dezembro de 2009, no período das 07H00 às 19H00, nas seguintes esquadras;
- Esquadra de Turismo.
- 7.ª Esquadra (Paraíso) -eleição s/efeito
- 9.ª Esquadra (Infante D. Henrique)-eleição s/efeito
- 13.ª Esquadra (Carvalhido)-eleição s/efeito
- 18.ª Esquadra (Campo de Francos)
- 1.ª Esquadra de Investigação Criminal (Porto)
- Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial de Gondomar.
- Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial de Matosinhos
- Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Maia.
- Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial de Vila Nova de Gaia.
- Esquadra de Canidelo
- Esquadra de Valongo
Para isso, torna-se necessário que associados da ASPP/PSP, do efectivo das respectivas Esquadras, se candidatem ao cargo, podendo-o fazer até ao dia 20 de Novembro de 2009, com a inscrição do seu nome na folha para o efeito, que será afixada nas Esquadras.
Caso se apresente a estas eleições apenas um concorrente em cada esquadra, não será levada a efeito a eleição, sendo esse concorrente nomeado delegado sindical da ASPP/PSP, junto de cada uma.
Porto, 09 de Novembro de 2009
A Direcção Distrital da ASPP/PSP (Porto)
domingo, 8 de Novembro de 2009
Gratificados
Falta de pagamento afecta milhares de polícias
Dois milhões e meio em dívidas a agentes da PSP
Todos os meses a mesma coisa. Milhares de agentes da PSP são obrigados a ‘esticar’ o salário para pagar as rendas e despesas da casa. Tudo porque são vários os agentes, chefes e oficiais de polícia que não recebem os serviços gratificados há largos meses, alguns desde Março. De Norte a Sul, a dívida aos agentes da PSP ascende a perto de dois milhões e meio de euros.(in CM de 08/11/2009)quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Convocatórias Assembleia-Geral dia 24/11/09
Convocatórias publicitadas na comunicação social (Jornal de Notícias e Correio da Manhã) de 29/09/09.
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Avaliação de desempenho
«O número de detenções e multas são factores para uma boa avaliação. Há pressão por parte da direcção nacional da PSP para os agentes fazerem autos e detenções quer no trânsito quer na parte criminal» , disse à agência Lusa o presidente da distrital de Lisboa da ASPP/PSP, José Mendes.
Segundo o responsável, «há esquadras no comando de Lisboa que criam tabelas associando o número dos agentes ao número de autos e detenções».
«Existe uma tentativa de associar o desempenho do agente ao número de detenções e autos. Os comandantes de esquadra falam de pressão das hierarquias» , disse.
A agência Lusa teve acesso a estas tabelas, que consistem no registo do número de coimas e detenções afectas a cada agente, mecanismo que José Mendes garante ser utilizado para que os agentes cumpram determinado objectivo, de forma a melhorar a sua avaliação de desempenho.
«São tabelas diárias assinadas por comandantes de esquadra e graduados de serviço. Somos agentes de autoridade, não podemos trabalhar por objectivos. Não podemos entrar na caça à multa» , disse.
José Mendes critica ainda a avaliação de desempenho aplicada aos agentes de autoridade, adiantando que«a polícia não pode ser alvo de avaliação de desempenho semelhante aos outros funcionários públicos».
«Não faz sentido este tipo de avaliação. Não faz sentido quantificar a avaliação por objectivos. Devia-se avaliar a assiduidade, o aprumo, o comportamento e não a quantidade de coimas e de detenções» , disse.
A agência Lusa questionou a Direcção Nacional da PSP sobre este assunto, mas até ao momento não obteve qualquer resposta.
Lusa / SOL
Pedido de apreciações parlamentares
PCP chama estatutos da PSP e GNR ao Parlamento
O grupo parlamentar do PCP vai pedir esta semana apreciações parlamentares dos diplomas que regulam os estatutos da PSP e da GNR, publicados em Diário da República já depois das eleições legislativas e que têm sido muito contestados pelas associações sindicais.
A bancada comunista considera que há motivos para o Parlamento discutir os diplomas que regulam as carreiras das forças de segurança, aprovados no Verão em Conselho de Ministros. As novas regras entram em vigor em Janeiro de 2010. "Tem de haver condições de motivação das forças de segurança. É preciso apoiá-las e depois fazer um estatuto que não as desmotive", justifica António Filipe, vice-presidente da bancada do PCP. No caso do estatuto da PSP, António Filipe considera que "há distorções graves nas carreiras, sobreposições e até bloqueamentos". O lugar de subcomissário "é muito desvalorizado, podendo um agente não passar dali durante muitos anos", exemplifica. Estas têm sido algumas das queixas da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) face ao novo estatuto que estabelece uma nova tabela remuneratória e um aumento faseado até 2012 do suplemento de serviço das forças de segurança. E foi a falta de abertura do ministro da Administração Interna nas negociações sobre o estatuto que levou a ASPP a promover, no início de Julho, a entrega simbólica de bonés junto à residência oficial do primeiro-ministro. Outra matéria que será discutida na AR é a integração da PSP na lei de vínculos, carreiras e remunerações da função pública, já que a própria ASPP prometeu entregar uma petição a defender a exclusão da PSP da lei. Em relação ao estatuto da GNR, a bancada comunista contesta o acentuar da natureza militar da força de segurança mas critica sobretudo o horário. "O estatuto não fixa um horário e nós defendemos que devem ser 36 horas, independentemente de os militares terem disponibilidade para serem chamados no caso de ser necessário", aponta António Filipe. Os pedidos de apreciação parlamentar dos dois estatutos, que devem dar entrada hoje ou amanhã, só poderão ser discutidos depois do Programa de Governo, cujo debate está marcado para quinta e sexta-feira. O PCP também pretende apresentar uma proposta que permita o reconhecimento legal dos delegados das associações socioprofissionais das forças de segurança. Actualmente, a lei só reconhece os corpos gerentes das associações sindicais. "É um entrave porque o delegado não se pode apresentar a uma chefia hierárquica como representante dos associados", afirma o deputado.
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
PSP: Chamadas de carros de patrulha em fila de espera
“Já vai para ai o carro-patrulha. A senhora tem de aguardar”. O pedido repetiu-se vezes sem conta, tantas quantas as chamadas incessantes atendidas por um polícia paciente. Do outro lado da linha estava uma mulher em pânico face ao barulho preocupante e de desavenças que vinha da casa do vizinho.
A situação, presenciada pela reportagem do GRANDE PORTO num esquadra da Área Metropolitana acontece amiúde em vários postos da PSP, a julgar pelos relatos de agentes que não sabem o que fazer. “Há uma enorme falta de efectivos na PSP e isso faz com que trabalhemos sempre em situações limite”, diz Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP). Na situação, o carro patrulha, de uma esquadra que o GP não revela a pedido dos agentes de serviço, tinha mais ocorrências na lista.( ler em Grande Porto Semanário)
Reportagem SIC- Nós por Cá
Material precisa-se: Agentes da PSP pagam equipamento do próprio bolso
PSP tem falta de algemas e de coletes anti-bala
Por A Bola de 30/10/09
O chefe máximo do Comando da PSP de Lisboa, Jorge Barreira, assumiu que aquela força está com falta de algemas e coletes anti-balas, entre outros equipamentos considerados essenciais para a protecção pessoal de cada polícia.
O superintendente assina um ofício – a que o Diário de Notícias teve acesso – onde contradiz a garantia dada, há pouco meses, pelo Director Nacional da PSP. O superintendente Oliveira Pereira disse então que não faltava «nenhum equipamento».(nota abaixo)
O ofício surge como resposta a requisições dos materiais e confirma as últimas reivindicações de vários agentes. «Foram enviados pedidos de vários comandos, principalmente para o de Lisboa, onde essa insuficiência tem sido mais notada», sublinhou o presidente da Associação Sindical de Profissionais da Polícia.
Paulo Rodrigues garante que «a declaração do Director Nacional a dizer que estava tudo bem provocou uma espécie de corrida ao material em falta». Esta resposta, considera o sindicalista, «contradiz aquilo que o Director tinha afirmado»
Assuntos relacionados:
Material é adequado às necessidades
O director nacional da PSP, Oliveira Pereira, garantiu, em declarações à imprensa em Julho, que não faltava "nenhum equipamento" de protecção pessoal aos agentes da polícia. "Nenhum homem sob o meu comando ou direcção corre perigo de vida por falta de equipamento", afirmou.

