quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Então não é que aconteceu mesmo?

Faltam 100 viaturas modernas às equipas de investigação criminal da PSP

 

PSP: Falta uma centena de viaturas à investigação criminal
Diário Digital
A Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP) revelou que falta, no mínimo, uma centena de viaturas descaracterizadas à Polícia de Segurança ...

Faltam 100 carros ao pessoal que fazinvestigação criminal na PSP
Diário de Notícias - Lisboa
Segundo a Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP), faltam pelo menos 100 viaturas descaracterizadas nas esquadras de norte a sul do País. ...

Informação

Faltam 100 carros à investigação criminal da PSP
i Informação
Segundo dados fornecidos pela Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP) ao "Diário de Notícias" faltam pelo menos 100 viaturas ...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Mensagem de Natal

A ASPP/PSP deseja Boas Festas aos Profissionais da PSP

Mensagem de Boas Festas da Direcção Nacional  da ASPP/PSP.

Ler mais

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

ASPP quer PSP excluída do regime de carreiras da Função Pública




A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) entrega, esta segunda-feira no Parlamento, uma petição com 5500 assinaturas contra a nova lei que equipara os agentes da PSP a funcionários públicos.


5500 assinaturas a favor de legislação específica sobre vínculos, remuneração e carreiras

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          A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) entrega segunda-feira no Parlamento uma petição com 5500 assinaturas pedindo a aprovação de legislação específica sobre o regime de vínculos, remuneração e carreiras dos profissionais da PSP.
           Em comunicado, a ASPP/PSP refere que, em Março de 2008, tinha já apresentado queixa ao Presidente da República, ao presidente da Assembleia da República, ao procurador-geral da República e ao provedor de Justiça a suscitar a inconstitucionalidade do actual diploma, que equipara os vínculos, remuneração e carreiras dos profissionais da PSP à função pública.
           A associação, presidida por Paulo Rodrigues, contesta o facto de "ter sido excluída dos corpos especiais da função pública sem consulta aos profissionais da polícia, dos quais a ASPP/PSP é legítima representante"

in Lusa

Sindicato da PSP entrega na AR petição com 5500 assinaturas
Destak
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) entrega segunda-feira no Parlamento uma petição com 5500 assinaturas pedindo a aprovação de ...

PSP: 5500 assinaturas a favor de legislação específica sobre ...
Expresso
A associação, presidida por Paulo Rodrigues, contesta o facto de "ter sido excluída dos corpos especiais da função pública sem consulta aos profissionais da ...

Boas Festas

Cartão Natal

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Parceria TMN

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Brindes de Natal

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A ASPP/PSP informa todos os seus associados a prestar serviço no Comando Metropolitano do Porto de que já se encontra em distribuição, como habitualmente, o brinde de Natal oferta da ASPP/PSP.

Para a sua obtenção, devem dirigir-se ao delegado do seu departamento.

Boas Festas a todos

Situação «preocupante»

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O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), Paulo Rodrigues, e o especialista em medicina legal Pinto da Costa consideraram, ontem, «preocupante» a questão da criminalidade sexual em Portugal.
À margem de um colóquio promovido pela ASPP subordinado ao tema “Crimes Sexuais”, que decorreu no salão nobre do Comando Regional da PSP…

O presidente da ASPP e o médico legista Pinto da Costa defenderam mais meios para a PSP para combater e prevenir os crimes sexuais.
Paulo Rodrigues salientou que «a PSP precisa de efectivos, de meios e de formação especializada nas várias vertentes, até porque o caminho que a PSP tem de fazer para o futuro é um caminho em que possa especializar os seus profissionais ao conhecimento mais científico para abordar alguns temas que são extremamente importantes e até delicados na sociedade». Segundo referiu, «essa formação especializada é preciso fazê-la com meios, com equipamento, com modernização da PSP mas também com um efectivo especializado para combater e para fazer face a essas situações»

Ler aqui noticia completa

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

sábado, 5 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

I Jornadas da Criminologia

     O Núcleo de Criminologia da UFP após a organização do evento em referência vem agradecer a presença de todos os participantes, bem como a todos aqueles que apoiaram e permitiram a sua realização, nomeadamente a ASPP/PSP como Patrocinador Oficial, contribuindo grandemente para o sucesso verificado!

      Assim, para todos os interessados, cumpre-nos divulgar o trabalho desenvolvido pela UFP-TV – Laboratório de Televisão da Universidade Fernando Pessoa, na cobertura efectuada da I Jornada de Criminologia.(ver aqui)

Entrevista a Paulo Rodrigues (Presidente da ASPP/PSP) pela UFP-TV


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

PSP: Governo e polícias 'todos no mesmo barco da segurança' - Rui Pereira

                             

   O ministro da Administração Interna (MAI) garantiu ontem que 'está do lado' dos polícias e 'nunca tem uma atitude de surdez' quanto às legítimas reivindicações destes profissionais, porque todos estão 'no mesmo barco da segurança'.

(Noticia completa)

sábado, 21 de novembro de 2009

Reorganização Policial no Porto

   A reorganização da presença territorial da PSP na cidade do Porto está a provocar algum mal-estar entre a população afectada pelas medidas já anunciadas. Para além do protesto suscitado pela transferência da 18.ª esquadra de Francos para o Viso, anteontem noticiado pelo PÚBLICO, também na zona da Boavista circulou, no Verão passado, um abaixo-assinado reclamando a revogação da decisão de transformar a 17.ª esquadra, da Rua de João de Deus, num simples posto de atendimento.

(Ler noticia completa)

Noticias ASPP/PSP relacionadas:

PSP: Chamadas de carro patrulha em fila de espera

Porto: Moradores e comerciantes preocupados com a segurança

Bairros do Porto: "É necessário policiamento regular"

terça-feira, 17 de novembro de 2009

“Ter doutoramento não serve de nada na PSP”

CM   Paulo Rodrigues, Presidente da ASPP sobre a diferença de salários da PSP para outras forças de segurança.

Correio da Manhã – A que se deve a discrepância de ordenados entre as forças de segurança?

Paulo Rodrigues Nós não temos nada contra as outras forças de segurança, não dizemos que os outros ganham mais do que deviam, ganham é de forma mais justa. Tendo em conta o risco e o desgaste, na PSP deveria ganhar-se mais.

–Consideram este facto injusto.

– O que nos dizem é que, como somos 20 mil polícias, bem mais do que os outros, o esforço orçamental seria maior se nos aumentassem. Ninguém diz que não merecemos, mas sim que é mais fácil dar 500 euros aos outros do que cem a todos nós. Mas o que deve ser pago é o esforço, a responsabilidade. Enquanto outros só agem na sequência de uma investigação, nós agimos no momento. Em milésimos de segundo temos de decidir se sacamos a pistola e disparamos.

– E no que diz respeito à formação dos elementos. Na PJ exige-se actualmente a licenciatura, na PSP não.

– Isso não quer dizer nada. Em termos percentuais, o número de candidatos que concorre à PSP com títulos académicos pode ser igual ou maior do que em outras forças de segurança. Ter doutoramento não serve de nada na PSP, apenas dá aos agentes mais conhecimentos.

– Na opinião da ASPP, qual é a solução para acabar ou diminuir estas diferenças? Rever as tabelas salariais?

– As coisas não começam por aí. Antes de mais, é preciso fazer uma análise profunda das condições de trabalho e das responsabilidades dos agentes da PSP. Isto é fundamental, para que se possa, então, remunerar de forma justa os agentes. Enquanto muitas outras forças começam o seu trabalho na secretária, com as necessárias investigações, antes já nós estivemos no terreno a enfrentar os criminosos, a correr riscos. Sentimo-nos injustiçados.

– Como correu a reunião de hoje [ontem] com o ministro Rui Pereira?

– Naqueles pontos que envolvem grandes investimentos do Governo, como os aumentos e subsídio de risco dos agentes da PSP, sentimos alguma resistência, mas também abertura para se resolver outras situações. Disse que há coisas difíceis de alterar no estatuto, mas que este nunca está fechado.

João Tavares

Sindicato diz que MAI não tem verba para subir salários da PSP

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        "Não há ninguém que por 700 euros se queira arriscar a perder a vida por causa de uma decisão que foi obrigado a tomar numa fracção de segundos." Este foi um dos argumentos que a Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP) encontrou para sensibilizar o ministro da Administração Interna para a necessidade de aumentar os salários dos agentes da Polícia. A resposta foi, segundo a ASPP: "Não há orçamento." (Ler texto integral aqui)


Memorando - Mai (Aspp-psp - 16nov2009)

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

PSP ganha menos que outras F.S.


      A PSP é chamada a grande parte das operações da PJ e do SEF, mas os seus agentes, com as mesmas habilitações, recebem ordenados bem diferentes. O novo estatuto da PSP ainda vai acentuar mais as diferenças

     Um agente que entrou na PSP há dez anos com habilitações literárias ao nível do 12º ano ganha agora, ao final do mês, menos de metade do ordenado de um inspector do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) ou da Polícia Judiciária (PJ) com qualificações iguais.
    A comparação foi feita pela Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP) e "espelha uma realidade possível"...
    Mais. "Somos chamados para auxiliar o SEF e a PJ numa série de operações, como é o caso de acções de fiscalização em feiras ou acções policiais em bairros problemáticos", exemplifica. Ainda assim os agentes não têm direito a subsídio de risco. "Esta média de ordenados é pouco atractiva para futuros elementos. Acabam por ingressar na instituição pessoas sem perfil", diz...

    Para agravar o descontentamento, as alterações remuneratórias previstas no novo estatuto da PSP não trazem melhorias. A serem postas em prática, a partir de Janeiro, um comandante de esquadra (subcomissário) passa a receber um ordenado inferior ao seu adjunto (chefe principal)...

   A lei das remunerações dos trabalhadores com funções públicas diz que, só "excepcionalmente, o nível correspondente à última posição remuneratória pode ser idêntico ao da primeira posição" da categoria seguinte. Esta é umas das questões que vai ser hoje levada pela ASPP ao ministro da Administração Interna, Rui Pereira.   (Ler texto integral aqui)

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

ELEIÇÕES PARA DELEGADOS SINDICAIS

urna

     AVISO



       Como é do conhecimento dos associados da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia-ASPP/PSP, alguns Departamentos do COMETPOR não possuem representantes sindicais da ASPP/PSP.
       Assim, para colmatar tal falta, a Direcção Distrital da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia-ASPP/PSP, decidiu levar a efeito eleições, no dia 03 de Dezembro de 2009, no período das 07H00 às 19H00, nas seguintes esquadras;

  • Esquadra de Turismo.
  • 18.ª Esquadra (Campo de Francos)
  • 1.ª Esquadra de Investigação Criminal (Porto)
  • Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial de Gondomar.
  • Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial de Matosinhos
  • Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial da Maia.
  • EIFP da 2.ª Divisão (concentrados em Montes Burgos ex- 13.ª Esquadra).
  • Esquadra de Valongo
  • Esquadra de Canidelo
  • Esquadra de Rio Tinto
  • Esquadra de Intervenção e Fiscalização Policial de Vila Nova de Gaia.
       Para isso, torna-se necessário que associados da ASPP/PSP, do efectivo das respectivas Esquadras, se candidatem ao cargo, podendo-o fazer até ao dia 20 de Novembro de 2009, com a inscrição do seu nome na folha para o efeito, que será afixada nas Esquadras.
Caso se apresente a estas eleições apenas um concorrente em cada esquadra, será levada a efeito a eleição, tendo por pressuposto critérios de legalidade e credibilidade.
Porto, 09 de Novembro de 2009

A Direcção Distrital da ASPP/PSP (Porto)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Eleições de delegados sindicais-Alteração

urna      Relativamente ao processo eleitoral que se vai realizar no próximo dia 03 de Dezembro de 2009, para eleição de Delegados Sindicais, a Direcção Distrital do Porto, vem por esta via informar que, a 7.ª, 9.ª e 13.ª Esquadras não vão ser sujeitas a esse processo, por motivos de orgânica e reorganização do efectivo.

       Relativamente ao processo eleitoral a realizar na Esquadra de Turismo e dada a capacidade física do espaço, será o processo realizado através de mesa ambulante, durante duas horas, entre as 12H00 e as 14H00.

(ver nota)

domingo, 8 de novembro de 2009

Gratificados

CM Falta de pagamento afecta milhares de polícias

Dois milhões e meio em dívidas a agentes da PSP

Todos os meses a mesma coisa. Milhares de agentes da PSP são obrigados a ‘esticar’ o salário para pagar as rendas e despesas da casa. Tudo porque são vários os agentes, chefes e oficiais de polícia que não recebem os serviços gratificados há largos meses, alguns desde Março. De Norte a Sul, a dívida aos agentes da PSP ascende a perto de dois milhões e meio de euros.(in CM  de 08/11/2009)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Convocatórias Assembleia-Geral dia 24/11/09

 AG24NOV2009JN AG24NOV2009CM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Convocatórias publicitadas na comunicação social (Jornal de Notícias e Correio da Manhã) de 29/09/09.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Avaliação de desempenho

 Sol      Lusa Associação Sindical acusa direcção da PSP de «exercer pressão para caça à multa»

A Associação Sindical dos Profissionais de Policia (ASPP) acusa a direcção nacional da PSP de «exercer pressão» sobre comandantes de esquadra para que o número de coimas e detenções sirva como objectivo para avaliar o desempenho dos polícias

 
   

«O número de detenções e multas são factores para uma boa avaliação. Há pressão por parte da direcção nacional da PSP para os agentes fazerem autos e detenções quer no trânsito quer na parte criminal» , disse à agência Lusa o presidente da distrital de Lisboa da ASPP/PSP, José Mendes.

Segundo o responsável, «há esquadras no comando de Lisboa que criam tabelas associando o número dos agentes ao número de autos e detenções».

«Existe uma tentativa de associar o desempenho do agente ao número de detenções e autos. Os comandantes de esquadra falam de pressão das hierarquias» , disse.

A agência Lusa teve acesso a estas tabelas, que consistem no registo do número de coimas e detenções afectas a cada agente, mecanismo que José Mendes garante ser utilizado para que os agentes cumpram determinado objectivo, de forma a melhorar a sua avaliação de desempenho.

«São tabelas diárias assinadas por comandantes de esquadra e graduados de serviço. Somos agentes de autoridade, não podemos trabalhar por objectivos. Não podemos entrar na caça à multa» , disse.

José Mendes critica ainda a avaliação de desempenho aplicada aos agentes de autoridade, adiantando que«a polícia não pode ser alvo de avaliação de desempenho semelhante aos outros funcionários públicos».

«Não faz sentido este tipo de avaliação. Não faz sentido quantificar a avaliação por objectivos. Devia-se avaliar a assiduidade, o aprumo, o comportamento e não a quantidade de coimas e de detenções» , disse.

A agência Lusa questionou a Direcção Nacional da PSP sobre este assunto, mas até ao momento não obteve qualquer resposta.

Lusa / SOL

Pedido de apreciações parlamentares

PCP chama estatutos da PSP e GNR ao ParlamentoEstatuto

logoPublico O grupo parlamentar do PCP vai pedir esta semana apreciações parlamentares dos diplomas que regulam os estatutos da PSP e da GNR, publicados em Diário da República já depois das eleições legislativas e que têm sido muito contestados pelas associações sindicais.

A bancada comunista considera que há motivos para o Parlamento discutir os diplomas que regulam as carreiras das forças de segurança, aprovados no Verão em Conselho de Ministros. As novas regras entram em vigor em Janeiro de 2010. "Tem de haver condições de motivação das forças de segurança. É preciso apoiá-las e depois fazer um estatuto que não as desmotive", justifica António Filipe, vice-presidente da bancada do PCP. No caso do estatuto da PSP, António Filipe considera que "há distorções graves nas carreiras, sobreposições e até bloqueamentos". O lugar de subcomissário "é muito desvalorizado, podendo um agente não passar dali durante muitos anos", exemplifica. Estas têm sido algumas das queixas da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) face ao novo estatuto que estabelece uma nova tabela remuneratória e um aumento faseado até 2012 do suplemento de serviço das forças de segurança. E foi a falta de abertura do ministro da Administração Interna nas negociações sobre o estatuto que levou a ASPP a promover, no início de Julho, a entrega simbólica de bonés junto à residência oficial do primeiro-ministro. Outra matéria que será discutida na AR é a integração da PSP na lei de vínculos, carreiras e remunerações da função pública, já que a própria ASPP prometeu entregar uma petição a defender a exclusão da PSP da lei. Em relação ao estatuto da GNR, a bancada comunista contesta o acentuar da natureza militar da força de segurança mas critica sobretudo o horário. "O estatuto não fixa um horário e nós defendemos que devem ser 36 horas, independentemente de os militares terem disponibilidade para serem chamados no caso de ser necessário", aponta António Filipe. Os pedidos de apreciação parlamentar dos dois estatutos, que devem dar entrada hoje ou amanhã, só poderão ser discutidos depois do Programa de Governo, cujo debate está marcado para quinta e sexta-feira. O PCP também pretende apresentar uma proposta que permita o reconhecimento legal dos delegados das associações socioprofissionais das forças de segurança. Actualmente, a lei só reconhece os corpos gerentes das associações sindicais. "É um entrave porque o delegado não se pode apresentar a uma chefia hierárquica como representante dos associados", afirma o deputado.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

PSP: Chamadas de carros de patrulha em fila de espera

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      “Já vai para ai o carro-patrulha. A senhora tem de aguardar”. O pedido repetiu-se vezes sem conta, tantas quantas as chamadas incessantes atendidas por um polícia paciente. Do outro lado da linha estava uma mulher em pânico face ao barulho preocupante e de desavenças que vinha da casa do vizinho.
A situação, presenciada pela reportagem do GRANDE PORTO num esquadra da Área Metropolitana acontece amiúde em vários postos da PSP, a julgar pelos relatos de agentes que não sabem o que fazer. “Há uma enorme falta de efectivos na PSP e isso faz com que trabalhemos sempre em situações limite”, diz Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP). Na situação, o carro patrulha, de uma esquadra que o GP não revela a pedido dos agentes de serviço, tinha mais ocorrências na lista.( ler em Grande Porto Semanário)

Reportagem SIC- Nós por Cá

Material precisa-se: Agentes da PSP pagam equipamento do próprio bolso

PSP tem falta de algemas e de coletes anti-bala

Por A Bola de 30/10/09

O chefe máximo do Comando da PSP de Lisboa, Jorge Barreira, assumiu que aquela força está com falta de algemas e coletes anti-balas, entre outros equipamentos considerados essenciais para a protecção pessoal de cada polícia.
O superintendente assina um ofício – a que o Diário de Notícias teve acesso – onde contradiz a garantia dada, há pouco meses, pelo Director Nacional da PSP. O superintendente Oliveira Pereira disse então que não faltava «nenhum equipamento».(nota abaixo)
O ofício surge como resposta a requisições dos materiais e confirma as últimas reivindicações de vários agentes. «Foram enviados pedidos de vários comandos, principalmente para o de Lisboa, onde essa insuficiência tem sido mais notada», sublinhou o presidente da Associação Sindical de Profissionais da Polícia.
Paulo Rodrigues garante que «a declaração do Director Nacional a dizer que estava tudo bem provocou uma espécie de corrida ao material em falta». Esta resposta, considera o sindicalista, «contradiz aquilo que o Director tinha afirmado»

Assuntos relacionados:

Material é adequado às necessidades

O director nacional da PSP, Oliveira Pereira, garantiu, em declarações à imprensa em Julho, que não faltava "nenhum equipamento" de protecção pessoal aos agentes da polícia. "Nenhum homem sob o meu comando ou direcção corre perigo de vida por falta de equipamento", afirmou.

sábado, 24 de outubro de 2009

Imprensa –Estatuto Profissional-CM 24/10/09

CM Discurso directo

“Envelhecimento será catastrófico para PSP”

Paulo Rodrigues, presidente ASPP/PSP fala ao CM sobre o pedido de reunião com todos os grupos parlamentares.

Correio da Manhã – Marcou reuniões com todos os grupos parlamentares para alterar o Estatuto da PSP, em vigor desde 14 de Outubro. Foram aceites?

Paulo Rodrigues – Algumas das reuniões já estão agendadas para dias 28 e 29 deste mês. Outros grupos parlamentares ainda não definiram os responsáveis por esta área, pelo que ainda não estão marcadas. Mas todos aceitaram discutir o assunto.

Também solicitaram uma reunião com o Ministério da Administração Interna (MAI)?

– Ao MAI ainda não pedimos, só depois de tomar posse [na segunda--feira]. E depois do primeiro encontro, que servirá apenas para apresentar cumprimentos.

O que exigem mudar no Estatuto da PSP?

– É importante excluir a PSP da Lei 12-A [que equipara a PSP à Função Pública]. A PSP é diferente dos outros sectores do Estado. Também exigimos a revisão das tabelas remuneratórias, que têm de ser revistas, a alteração na forma de contabilizar o tempo de serviço, mudanças nos Serviços de Apoio à doença e a atribuição do subsídio de risco. É também urgente mudar as regras da pré-aposentação. Se forem mantidas, o envelhecimento dos agentes será catastrófico para a instituição.

O Governo é novo, mas o Ministro da Administração Interna é o mesmo. Julga que algo vai mudar nesta legislatura?

– Sim. O contexto político actual é diferente. A Oposição, que na altura da discussão do Estatuto concordou connosco, tem agora uma enorme responsabilidade. É o momento adequado para pedir a revisão do Estatuto.

Caso não consigam alcançar os vossos objectivos, avançam para a luta?

– Acreditamos que o diálogo irá resolver, mas, se não resultar, estamos preparados, e todas as formas de luta estão em cima da mesa.

in Correio da Manhã 24/10/09

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Imprensa-Estatuto Profissional-Reacções

ASPP/PSP pede que Rui Pereira altere as políticas na área das polícias O presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia espera que o ministro da Administração Interna altere as políticas que levou a cabo durante a vigência do anterior Governo. Paulo Rodrigues pede a Rui Pereira que altere as condições de trabalho dos agentes da PSP, de forma a dar-lhes mais motivação.

 DN 23-10-09JN 23-10-09

JN

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  TVI24     Rui Pereira tem que «alterar radicalmente política»

Associação Sindical dos Profissionais da Polícia que ministro «corte com as políticas de restrições de direitos»

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) disse esta quinta-feira que o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, tem que «alterar radicalmente a política» de segurança desenvolvida no anterior Governo.(ler +)

in TV24-23/10/09

Comunicado-Estatuto Profissional

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia – ASPP/PSP – solicitou hoje, dia 22 de Outubro, reuniões de urgência com todos os Grupos Parlamentares representados na Assembleia da República para esta Legislatura, onde será solicitada a apreciação parlamentar do Estatuto Profissional da PSP, publicado em Diário da República no passado dia 14 de Outubro.
Comunicado-Estatuto Profissional 22/10/09

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Noticia CM-22/10/09-Esquadra Santo Tirso

Notícia

Relativamente a esta noticia,

A ASPP/PSP informa que, ao tomar conhecimento da pretensão e mal estar na Esquadra de Santo Tirso, inteirando-se a ASPP/PSP dos factos, encetou as seguintes diligências:

-Reuniu com o efectivo da Esquadra, auscultando os elementos, recolhendo argumentos e dados sobre a situação.

-Deu a conhecer toda a situação ao COMETPOR, tentando uma especial atenção para a resolução do problema.

-Já anteriormente havia reunido com o Sr. Comandante da Divisão de Vila do Conde, onde transmitiu as especificidades, quer geográficas, quer funcionais e operacionais, entre outras, e alguma sensibilidade na compreensão e gestão.

-Igual procedimento foi encetado numa reunião com os responsáveis pelo COMETPOR, assim como posteriormente, aquando do despoletar da pretensão de pedido de transferência.

-Fruto destas diligências, foi-nos informado pelos responséveis pelo COMETPOR que ficavam atentos com o desenrolar da situação, comprometendo-se a gerir essa situação.

Neste sentido, a ASPP/PSP, através do Presidente da Direcção Distrital (PORTO), bem como o Delegado Sindical, esteve reunido com a Esquadra de Santo Tirso, dando conhecimento das diligências encetadas, solicitando alguma compreensão e bom senso no sentido de evitar consequências negativas que poderiam advir de tal pretensão, transmitindo o acompanhamento do processo e evidenciando disponibilidade para ajudar a resolver a situação.

A ASPP/PSP informa que, encontra-se disponivel para ajudar a resolver situações em que os elementos da Esquadra de Santo Tirso necessitem, solicitando que façam chegar todas as informações necessárias e fundamentadas dessas situações.

Com os melhores cumprimentos.

--
Paulo Jorge Santos
Presidente da Direcção Distrital
(ASPP/PSP) Porto

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Reacções 2

Correio do Minho - Noticias A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) disse hoje que vai continuar 'a lutar por um estatuto digno' e lamentou que o diploma publicado em Diário da República 'não contabilize' o tempo de serviço. 'Vamos lutar por um estatuto profissional digno', disse à agência Lusa o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, adiantando que vai entregar na Assembleia da República, no início da legislatura, uma petição para alterar a Lei 12-A, legislação que equipara os profissionais da polícia ao regime de vínculos, carreiras e remunerações da função pública.
Leia mais em Correio do Minho (aqui)

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Reacções

Imagem1  A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), o maior sindicato da PSP, lamenta que o Presidente da República tenha promulgado o novo estatuto da PSP sem ouvir os polícias. O diploma foi hoje publicado em Diário da República.


“É de lamentar que este estatuto seja promulgado e publicado com algumas situações que, para nós, são graves, que vão prejudicar até o normal funcionamento da Polícia de Segurança Pública e, eventualmente, reduzir a qualidade do serviço”, avisa o presidente da ASPP.

in RR-14/10/2009

Ouça aqui Paulo Rodrigues, presidente da ASPP/PSP

Estatuto Profissional da PSP

DL 299/2009 - Aprova o Estatuto do Pessoal Policial da Polícia de Segurança Pública.

sábado, 3 de outubro de 2009

D. Januário Torgal Ferreira pede respeito pela PSP

 

   Bispo das Forças de Segurança pede respeito pela PSP D. Januário Torgal Ferreira espera que os problemas da Polícia sejam resolvidos na nova legislatura. O Bispo das Forças Armadas e de Segurança, D. Januário Torgal Ferreira, espera que a nova legislatura permita resolver os “problemas dos profissionais da Polícia de Segurança Pública” (PSP), assinalando que a Polícia deve ser “defendida, respeitada e estimada”

Na homilia que proferiu durante a celebração da festa de S. Miguel Arcanjo, Patrono da PSP, o Ordinário Castrense para Portugal apelou a soluções que permitam a estes profissionais encontrar “a tranquilidade, a justiça e o bem-estar por que lutam”.

“A progressão nas carreiras, as oportunidades iguais, a confiança entre responsáveis, a solução económico-social, a promoção de uma vida sã e feliz na família, a esperança no futuro, o comportamento cívico sem mancha, a doação e o sacrifício, a luta contra a corrupção interna e externa da vida, são aspirações e metas”, elencou.

D. Januário Torgal Ferreira defendeu ainda que “era importante perguntar a muitos responsáveis por que não accionaram o processo do aumento quantitativo de agentes policiais de proximidade”.

“A emergência da pauperização, da exclusão, da tristeza de uma sociedade desumana, frutos da injustiça sistémica e do niilismo que a civilização não soube nem quis evitar, constitui um combate de cidadania, onde certos incêndios ou são vencidos por todos, ou se remetidos aos cuidados de alguns heróicos bombeiros, só vêm provar a inabilidade de um todo social, onde os mais responsáveis se defendem, culpando outros, e esquecendo os verdadeiros operários da ordem”, alertou. “in Agência Ecclesia

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OS BENEFÍCIOS DO TREINO DE PESOS (MUSCULAÇÃO) NA ACTUAÇÃO OPERACIONAL E COMO QUALIDADE DE VIDA PARA OS PROFISSIONAIS DE POLÍCIA

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Musculação (temas abordados):

  1. · O que é Musculação
  2. · As terminologias da Musculação
  3. · As finalidades da Musculação
  4. · O que é Força Muscular
  5. · Os tipos de Força
  6. · Fortalecimento /Resistência Muscular no manuseio do   armamento (Arma curta e Longa)
  7. · Abordagens a Pessoas / a Veículos / a Edificações
  8. · Os Ganhos e Perdas (Envelheciment
  9. · Os Benefícios com a prática da Musculação

“Prof. Cláudio Ribeiro GODAN - 5ºDAN”.

Abordagem sobre defesa pessoal.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Parceria ASPP/PSP-UFP

O  Núcleo de Criminologia da UFP tem a honra de apresentar o seguinte evento:
 

I JORNADA DE CRIMINOLOGIA

 O ESTADO DO SABER CRIMINOLÓGICO EM PORTUGAL

 
ORGANIZAÇÃO:
NÚCLEO DE CRIMINOLOGIA DA UFP
 
APOIOS:
FUNDAÇÃO FERNANDO PESSOA  
ASSP/PSP

 

INFORMAÇÕES / INSCRIÇÕES: AQUI

 

 

domingo, 27 de setembro de 2009

Merecida Homenagem

 

A Distrital do Porto da ASPP/PSP, vem através destas palavras, prestar os seus sentimentos aos familiares do Subchefe Duarte Jorge Andrade Furtado, entretanto falecido.

O Subchefe FURTADO encontrava-se já numa situação débil, relativamente ao seu estado de saúde.

A pequena homenagem da Distrital da ASPP/PSP Porto, é a de referenciar este desaparecimento do HOMEM e POLICIA.

Descanse em PAZ.

A Direcção Distrital do Porto

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Sindicato quer ajudar a integrar novos agentes

Jornal da Madeira

     

          A direcção da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) quer ajudar a integrar os 901 polícias que, na sexta-feira, se formaram, pelo que vai pedir aos seus delegados que levem "uma mensagem de apoio".
           A associação sindical entende que os novos polícias devem ser integrados na dinâmica da PSP e por isso a ASPP/PSP pretende "ajudar os agentes nas dificuldades que vão encontrar", explicou o dirigente Paulo Rodrigues.
Numa reunião da direcção nacional, em Lisboa, com a presença de mais de 100 delegados sindicais, a ASPP/PSP vai pedir a estes responsáveis que apoiem os novos agentes, mostrando-lhes a área de colocação, prestando apoio no serviço policial e até ao acompanhamento nas suas dificuldades particulares, como na busca de alojamento, disse ainda o dirigente.
           A ASPP/PSP pretende prestar todo o apoio aos novos elementos que ontem começaram as actividades policiais, nas diferentes esquadras espalhadas pelo país, apesar de a maioria ter sido colocada em Lisboa, segundo afirmou Paulo Rodrigues. 
Com efeito, a quase totalidade dos 901 novos agentes que terminaram o curso na Escola Prática de Polícia (EPP) de Torres Novas foi colocada no Comando Metropolitano de Lisboa, permitindo a recolocação de outros elementos por outros pontos do país.
           A este respeito, o director nacional da PSP, Francisco Oliveira Pereira, assegurou, na sexta-feira, que a colocação dos agentes "obedeceu a um estudo científico" que teve em conta variáveis como a população, índices criminais, tipos de crime, rácios polícia/cidadão e polícia/crime, "entre outros".
         "Procurou-se concretizar uma distribuição rigorosa, mais adequada e criteriosa, tendo por base uma optimização de recursos humanos", disse Oliveira Pereira no discurso de saudação aos novos agentes.
          Mais de 400 dos novos agentes foram colocados na Amadora, Sintra, Benfica e Loures, outros vão garantir a segurança de instalações e uma parte destes elementos foi distribuída pela primeira e quinta divisões de Lisboa, Olivais, Alcântara, Cascais e Oeiras e na segurança em transportes públicos.
           Os comandos de Setúbal e dos Açores também foram contemplados com novos polícias.
           Os agentes formados na EPP de Torres Novas tiveram, desde o início de Janeiro, um total de mais de mil horas de formação, em áreas não só de preparação técnica e profissional, mas também jurídica e comportamental, actividade física e resolução de casos práticos.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Escalões desbloqueados

ASPP

A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia – ASPP/PSP enviou um ofício, no dia 31 de Agosto, para a Direcção Nacional da PSP, onde alertava para a injustiça - e possível ilegalidade - de haver um congelamento indevido da progressão nos escalões dos Profissionais da PSP.

No ofício, uma vez que é ainda desconhecida a data da entrada em vigor do novo Estatuto Profissional, a ASPP/PSP exigiu que todos os Profissionais que durante o ano de 2009 reuniam os requisitos para progredir de escalão, fossem colocados no escalão a que têm direito e com os devidos retroactivos.
A ASPP/PSP apelou, no referido documento, à Direcção Nacional da PSP para que desbloqueasse com a máxima urgência a não progressão nos escalões e fizesse as devidas actualizações no vencimento dos Profissionais visados.

Já durante o dia de hoje (18 de Setembro), a ASPP/PSP recebeu garantias da Direcção Nacional da PSP, assegurando que a situação será normalizada no decorrer da próxima semana.

A Direcção Nacional da ASPP/PSP

Ouça o Presidente da DN/ASPP, Paulo Rodrigues ( aqui)

Imprensa ASPP/PSP-Acordo dá casas a polícias

A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP) ea Imocaixa, uma holding da Caixa Geral de Depósitos que negoceia em imobiliário, vão hoje assinar ...(ler mais)

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Imprensa ASPP/PSP

RTP       Multas de trânsito cobradas em duplicado

Dezenas de condutores estão a receber cartas para pagar infracções, que já tinham sido pagas na hora.

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sábado, 12 de setembro de 2009

Imprensa ASPP/PSP

logo_dn2 Motos da polícia sem condições de segurança           img

Paulo Rodrigues não duvida que o estado das motas ea falta de "equipamento mínimo para a segurança dos motociclistas" é o maior responsável pelo aumento dos ...(ler mais)

 

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 PSP acelera curso para apresentar polícias antes das eleições

Paulo Rodrigues, dirigente da Associação Sindical de Profissionais da Polícia (ASPP), afirma que "até seria aceitável e compreensível a antecipação para que ...(ler mais)

 

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