sábado, 26 de fevereiro de 2011

De criminoso a vítima

12_CA967162   A questão da segurança pública e do trabalho das polícias tem sido desde há algum tempo um tema em debate permanente. Se a polícia resolve com sucesso uma determinada ocorrência, existe de imediato uma tendência para encontrar defeitos à forma como se conseguiu o resultado.

Se a polícia para resolver uma determinada situação é obrigada a usar a força física dentro do estritamente necessário, vêm logo uma série de entidades criticar a actuação da polícia e exigir explicações, desvalorizando o crime e desresponsabilizando o criminoso. Há uma série de figuras públicas que têm por tradição tomar posição contra a actuação da polícia, seja esta correcta ou não, vitimizando sempre os criminosos. Esta concepção leva-nos a acreditar que em Portugal existe o cidadão comum, o cidadão polícia e o cidadão que passa de criminoso a vítima.

Um conceito que deverá ser repensado, até porque é nesta dificuldade de equilíbrio que se encontram os condicionalismos à actuação da polícia. É importante não esquecer que a Polícia está ao serviço do cidadão, combatendo a criminalidade e os seus autores. Como é evidente, não pretendo defender a violência, até porque em qualquer situação a vida humana deve sempre ser tratada com dignidade, independentemente da situação, inclusive a vida do polícia.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

clip_image002 Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Esclarecimentos Seguro de Saúde-Gratuito ao associados ASPP/PSP

Seguro%20de%20Saude%20ASPP_PSP%20-%20Allianz  Informamos que esclarecimentos referentes a questões técnicas do seguro de saúde oferecido aos associados da ASPP/PSP,  e a extenção aos familiares, devem contactar o Sr. Manuel Alçada da Paulo Albuquerque Seguros, através do ;

geral@albuquerqueseguros.com 

manuel.alcada@albuquerqueseguros.com

Contactos : 229 446 487 - 917 225 455 - 919 679 407

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Encontro Nacional de Policias-15MAR11

cartaz cores

CONVOCATÓRIA

Logo ASPPASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

Dia 15 de Março de 2011, às 14.30 horas

Ao abrigo da alínea b) do n.º 1 do Art.º 24º dos Estatutos, convoco todos os sócios da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia – ASPP/PSP, para a Reunião Ordinária da Assembleia Geral, a realizar no dia 15 de Março de 2011, pelas 14.30 horas, na Sede Nacional da ASPP/PSP, na Av. Santa Joana Princesa, n.º 2, em Lisboa, com a seguinte

ORDEM DE TRABALHOS

- Aprovação do Relatório e Contas do ano de 2010 e do Parecer do Conselho Fiscal.

Nota: Se à hora marcada não estiver presente a maioria dos associados, a Assembleia reunirá, em segunda convocatória, meia hora depois da hora marcada, qualquer que seja o número de sócios presentes.

Lisboa, 11 de Fevereiro de 2011

O Presidente da Mesa da Assembleia Geral

Jorge Humberto Mendes Quina

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

SEGURO DE SAÚDE-Esclarecimentos

PAULO ALBUQUERQUE SEGUROS

PLANO A – GRATUITO PARA ASSOCIADOS DA ASPP/PSP

PLANO HOSPITALIZAÇÃO – Complementar ao SAD/PSP

Cobre a percentagem não comparticipada pela SAD/PSP nas Cirurgias e Hospitalização.

COBERTURAS

CAPITAL ANUAL

Hospitalização e Cirurgia

Até €500.00 – Reembolso com SAD/PSP de 100%

2ª opinião médica

Utilização sem limite de capital de médicos da rede Alianz Portugal

- Reembolso 10 a 15 dias após a apresentação dos recibos.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Blogue de polícias divulga entidades que devem dinheiro à PSP

É mais uma voz a juntar a meses de protestos. Por falta de pagamento a serviços prestados, cansados de esperar pelo dinheiro a que têm direito os polícias criaram este blogue "entidades caloteiras" e da lista de empresas devedoras a principal é o MAI. O MAI não paga desde Maio do ano passado
entidades caloteiras
Da lista de empresas devedoras a principal é o MAI.
O MAI não paga desde Maio do ano passado a vigilância dos jogos de futebol amador. Na lista, seguem-se os serviços de segurança na Metro do Porto, Hospital de S. João, em autarquias, bingos, discotecas e empresas privadas


Segundo Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos profissionais da Polícia, as dívidas rondam os 2 milhões de euros. O blogue tem cerca de 3 meses e foi inspirado no princípio criado pelas finanças de tornar público o nome dos devedores

O blogue servirá como alerta e não deixa dúvidas sobre quem deve e há quanto tempo está em falta.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Moção entregue no Governo Civil do Porto

Moção-Porto

Polícia: Agentes concentram-se no Porto e pedem demissão de Rui Pereira

Paulo Rodrigues, Presidente da ASPP/PSP no Porto
Lusa Lusa - 18:36 Quarta feira, 9 de Fev de 2011

   Porto, 09 fev (Lusa) -- Meia centena de polícias concentrou-se hoje à tarde em frente ao Governo Civil do Porto para reiterar o pedido de demissão do ministro da Administração Interna e apelar ao cumprimento de uma lei para acabar com dois regimes remuneratórios.

Os agentes coordenados pela Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), que está a organizar 18 protestos por todo o país, criticam a existência de dois regimes remuneratórios que geram "situações difíceis", de "desequilíbrio" e que "põem em causa o funcionamento da polícia", havendo profissionais de cargos hierárquicos superiores a auferir menos que subordinados.

Polícias concentram-se no Porto e pedem demissão de Rui Pereira

logoPublico   Meia centena de polícias concentrou-se hoje à tarde em frente ao Governo Civil do Porto para reiterar o pedido de demissão do ministro da Administração Interna e apelar ao cumprimento de uma lei para acabar com dois regimes remuneratórios.

ASPP ameaça com protesto em todo o país

RTP     Se até 15 de Março não forem resolvidas as questões remuneratórias com os polícias, a ASPP (Associação Sindical dos Profissionais da Polícia) vai organizar um protesto a nível nacional. Para já segue com ações de esclarecimento nos 18 distritos. Hoje, no Porto, voltaram a pedir a demissão do ministro da Administração Interna. Querem um regulamento para os serviços remunerados, e que nos salários dos agentes se reponha o que é devido, como esclarece Paulo Rodrigues, da ASPP.

 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Ordenados criam conflitos na PSP

   Cerca de trinta polícias estiveram ontem reunidos num plenário em Faro e seguiram depois, a pé, para o Governo Civil, onde apresentaram uma moção com as suas reivindicações.

   A iniciativa da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP/PSP) visava protestar contra a difícil implementação do novo diploma do estatuto profissional que, dizem, está a "criar uma instabilidade interna, que piora numa região como o Algarve, cujos fortes aumentos populacionais dificultam, por si só, o trabalho da polícia".

   "O novo estatuto profissional, que foi aprovado contra a vontade dos profissionais da polícia, para além de não ter sido todo implementado em Janeiro, como estava previsto, o pouco que foi vai reduzir os direitos ou compensações dos polícias", explicou Paulo Rodrigues, da ASPP/PSP.

   "Neste momento, temos profissionais com 20 ou mais anos de trabalho numa posição remuneratória igual ou inferior a outros com dez, que foram promovidos a agente principal",disse Paulo Rodrigues, defendendo que se trata de "uma injustiça que vai contra a lei e cria conflitos internos".

   O diploma foi redigido pelo ministro da Administração Interna (MAI), "sem qualquer tipo de negociação ou diálogo", referiu ainda Paulo Rodrigues. Por isso, a ASPP/PSP quer a demissão de Rui Pereira por "falta de confiança".

   "Queremos voltar ao diálogo para criar um diploma que seja do interesse dos profissionais da instituição, mas sem este MAI", explicam. A ASPP/PP vai continuar a percorrer o País com vários plenários e concentrações

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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Saúde, ou falta dela?

12_CA967162   Em 2005, o Governo fez alterações ao Serviço de Assistência da Doença na PSP, SAD/PSP.

   Retirou os cônjuges do sistema, reduziu as comparticipações do Estado e aumentou a contribuição dos polícias. O argumento do MAI foi claro: reduzir as despesas com o serviço.

   O MAI não se preocupou em responsabilizar aqueles que não souberam gerir o serviço, resultando em aumento da despesa, mas aproveitou para reduzir o direito a todo o efetivo. Mesmo assim, o MAI assumiu que a qualidade na prestação destes serviços iria melhorar e consolidaria a saúde financeira do SAD/PSP. Os polícias já se habituaram às boas intenções do Governo, que raramente se refletem na prática e mais uma vez o compromisso resultou no seu contrário.

   Os polícias têm neste momento um serviço de pior qualidade, menos vantajoso e em piores condições. É lamentável que os médicos que trabalham para a PSP estejam meses à espera de receberem o seu vencimento, ou que sejam os mesmos a comprar material para poder dar consultas com o mínimo de dignidade. Esta situação já levou à rescisão de contratos com a PSP por parte dos médicos. Mas se esta situação é preocupante, pior é o facto de sabermos que a verba destinada para estes serviços para 2011 não é suficiente para saldar a dívida de 2010.

Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia

clip_image002 Crónica semanal no Jornal Correio da Manhã

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

A Força da Razão

A LUTA CONTINUA…PELOS POLICIAS E PELA SEGURANÇA PÚBLICA

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