E foi o passo seguinte dado pela ASPP/PSP
A Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), o sindicato mais representativo da PSP, entrega hoje na Assembleia da República (AR) uma petição em que exige do Governo o direito à greve por parte dos polícias.
E ……O ministro de Estado e da Administração Interna (MAI) rejeitou esta terça-feira de forma clara a possibilidade de conceder o direito à greve aos polícias, garantindo que essa matéria “nunca, jamais e em tempo algum” será discutida.
A Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP) entregou uma petição na Assembleia da República com cerca de cinco mil assinaturas, mais mil do que as necessárias para que o plenário discuta esta matéria e altere a Constituição.
“Queremos que seja discutida em plenário e que os grupos parlamentares votem em consonância uma alteração à Constituição que permita a inclusão do direito à greve na lei sindical”, afirmou o presidente da Associação, Paulo Rodrigues.
Questionado sobre esta iniciativa, o ministro de Estado e da Administração Interna mostrou-se profundamente convicto: “Sobre essa matéria, três ideias muito claras: nunca, jamais e em tempo algum”, garantiu o ministro da Administração Interna, em declarações aos jornalistas no Parlamento, no final do debate da proposta de lei do Governo sobre imigração.
“Queremos que seja discutida em plenário e que os grupos parlamentares votem em consonância uma alteração à Constituição que permita a inclusão do direito à greve na lei sindical”, afirmou o presidente da Associação, Paulo Rodrigues.
Questionado sobre esta iniciativa, o ministro de Estado e da Administração Interna mostrou-se profundamente convicto: “Sobre essa matéria, três ideias muito claras: nunca, jamais e em tempo algum”, garantiu o ministro da Administração Interna, em declarações aos jornalistas no Parlamento, no final do debate da proposta de lei do Governo sobre imigração.
Recordam-se?